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Presidente Lula lança plataforma digital e marca nova era tributária no Brasil

15-01-2026 Quinta-feira

Presidente sanciona lei que regulamenta a fase final da reforma tributária e cria Comitê Gestor que vai monitorar a transparência e uniformização do IBS, novo imposto

Como instrumento de modernização da economia e de justiça social, o presidente Lula lançou, nesta terça-feira (13), a Plataforma Digital da Reforma Tributária. Lula também sancionou a regulamentação final da reforma tributária e criou o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Todas essas medidas têm como objetivo comum a simplificação do sistema tributário para todo o povo brasileiro, garantindo transparência total na cadeia do consumo.

A burocracia tributária que persistiu no país por décadas agora será substituída por um sistema mais eficiente, digital e focado no bem-estar do povo brasileiro. Haverá agora dois impostos centrais.

O  IBS vai substituir o principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e o principal imposto municipal, o Imposto Sobre Serviços (ISS). Vai ser arrecadado por Estados e municípios. O Comitê Gestor vai monitorar a uniformização do imposto, a transparência do processo de transição e acompanhar a devolução dos créditos. E a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é o imposto federal que vai substituir: PIS e Cofins (veja abaixo mais explicações). Todos os entes estarão atuando em conjunto para simplificar o sistema tributário para o contribuinte.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou que, a partir de agora, todo cidadão, empreendedor ou gestor público terá acesso centralizado a informações claras sobre as novas alíquotas de imposto, os prazos de transição e o funcionamento do sistema de créditos. “A reforma tributária é o motor para o crescimento sustentável que tanto buscamos, simplificando a vida de quem produz e garantindo justiça social para quem consome”, declarou.

Para o presidente Lula, a reforma tributária aprovada pelo Congresso, com empenho do governo, é um novo marco, de estabilidade jurídica, estabilidade econômica e estabilidade fiscal. “A gente tem que garantir a estabilidade social e a gente tem que garantir previsibilidade nesse país”, contou Lula.

O presidente Lula relembrou as tentativas de implementação da reforma tributária em seus mandatos anteriores. “Eu lembro que nós tentamos fazer uma reforma tributária em 2007. Eu lembro que nós tínhamos feito reuniões com os 27 governadores. Nós fizemos reunião com todos os líderes do Congresso Nacional que concordaram com a reforma tributária. E quando ela chegou no Congresso Nacional, alguma coisa obscura não permitiu a reforma”, contou Lula.

O que é a nova plataforma?

A ferramenta lançada pelo governo federal foi desenvolvida para ser intuitiva. A plataforma permite que empresas, contadores e cidadãos simulem as novas regras sem gerar obrigações fiscais imediatas neste primeiro momento.

As principais vantagens da plataforma incluem:

Apuração Assistida: Pela primeira vez, o brasileiro saberá exatamente quanto paga de imposto em cada produto, sem taxas escondidas

Simplicidade: Automatiza processos que antes levavam meses, reduzindo custos para pequenas e médias empresas

Segurança Jurídica: Permite que o empreendedor planeje o seu negócio com base em regras claras.

Entenda a CBS: o tributo federal que unifica e simplifica

O que ela substitui?
A CBS chega para ocupar o lugar de tributos federais antigos e complexos: o PIS Programa de Integração Social criado para financiar benefícios ao trabalhador) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, que é um tributo maior e destinado à proteção social). Em vez de várias regras diferentes para cada um, agora teremos uma única regra nacional

Cobrança sobre o “Valor Agregado” (Não cumulativo)
Diferente do sistema antigo, onde o imposto era cobrado várias vezes sobre o mesmo produto, a CBS é não cumulativa. Isso significa que cada empresa na cadeia de produção só paga o imposto sobre o valor que ela realmente adicionou ao produto.

Justiça Social e Desoneração
A CBS foi desenhada para proteger os mais pobres. Itens da cesta básica nacional terão alíquota zero, e produtos essenciais como medicamentos e absorventes terão reduções significativas. Além disso, a reforma prevê o cashback (segundo semestre de 2026), devolvendo parte do imposto pago diretamente para as famílias de baixa renda.

Destino dos Recursos
A arrecadação da CBS continua vinculada à Seguridade Social. Ou seja, o valor arrecadado é voltado para financiar a saúde, a previdência e a assistência social, garantindo a manutenção dos direitos da população.

Com o lançamento da plataforma, o governo Lula reafirma o seu compromisso com um Brasil mais justo. A transição, que começa no decorrer dos meses, terá sua implementação plena nos próximos anos, garantindo que ninguém fique para trás nessa mudança.

“O momento é histórico, primeiro porque a gente está provando que quando a gente acredita nas coisas, não existe possibilidade de elas não acontecerem. O que é importante é a gente vencer a barreira daqueles que dizem não pode, daqueles que dizem é impossível, daqueles que dizem não temos condições, daqueles que dizem que não temos quadros”, afirmou o presidente.

O evento contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, dos ministros Fernando Haddad, Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais), Simone Tebet (Planejamento e do Orçamento), Luiz Marinho (Trabalho), Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), além de parlamentares e senadores.

PT, com informações da Presidência da República.

EUA suspendem vistos de imigração em 75 países e incluem o Brasil

15-01-2026 Quinta-feira

Medida entra em vigor em 21 de janeiro, vale por tempo indeterminado e atinge apenas vistos de residência permanente; Itamaraty diz não ter sido informado oficialmente ainda

O governo dos Estados Unidos suspendeu a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A decisão foi confirmada pelo Departamento de Estado e passa a valer a partir de 21 de janeiro, por tempo indeterminado.

A medida atinge vistos destinados à residência permanente no país. Categorias temporárias, como turismo, estudo, intercâmbio e trabalho com prazo determinado, não estão incluídas na suspensão, segundo informou a chancelaria americana.

A informação foi divulgada inicialmente pela emissora Fox News e confirmada posteriormente pelo Departamento de Estado, que não apresentou, em um primeiro momento, a lista completa dos países afetados nem detalhou critérios diferenciados por nacionalidade.

Em publicação posterior nas redes sociais, o Departamento de Estado afirmou que a suspensão se aplica a países cujos migrantes fariam uso de programas de assistência social dos EUA em níveis considerados “inaceitáveis”, argumento recorrente do discurso antimigratório promovido pela gestão Trump.

O governo norte-americano não apresentou dados públicos, estudos oficiais ou critérios objetivos que sustentem essa alegação, tampouco explicou como define o suposto uso excessivo de benefícios, o que reforça o caráter ideológico da medida e sua vinculação à agenda migratória da extrema direita nos Estados Unidos.

Documentos citados pela Fox News indicam que consulados foram orientados a negar novos pedidos de visto enquanto o Departamento de Estado reavalia procedimentos de triagem e verificação. 

Entre os fatores que passariam a ser considerados estão idade, saúde, proficiência em inglês e situação financeira dos solicitantes, ampliando a margem de discricionariedade dos agentes consulares.

O Itamaraty afirmou não ter sido oficialmente informado sobre a decisão. Integrantes da diplomacia brasileira dizem tentar entender quais serão os efeitos práticos da medida, inclusive se processos em andamento poderão ser interrompidos ou se haverá apenas maior rigor na análise de novos pedidos.

Autoridades norte-americanas ouvidas pela imprensa indicaram que o governo pode realizar avaliações específicas por país, analisando, por exemplo, o número de imigrantes que acessam benefícios públicos. 

A possibilidade reforça o caráter político da decisão, adotada em meio à retomada de uma agenda migratória xenófoba e restritiva.

Além do Brasil, estariam entre os países atingidos Somália, Rússia, Afeganistão, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e Iêmen, abrangendo regiões da África, do Oriente Médio, da Ásia e da América Latina.

A suspensão ocorre em um contexto mais amplo de endurecimento da política migratória dos EUA desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. 

Na segunda-feira (12), o Departamento de Estado anunciou ter revogado mais de 100 mil vistos no último ano, incluindo autorizações concedidas a estudantes e trabalhadores especializados.

O governo também intensificou operações de deportação e ampliou mecanismos de controle, como a verificação de redes sociais de solicitantes e a aplicação mais rígida da chamada cláusula de “encargo público”, instrumento da legislação migratória usado para negar vistos a estrangeiros considerados propensos a depender de assistência estatal.

Até o momento, o Departamento de Estado não informou se haverá exceções formais nem estabeleceu prazo para a revisão da suspensão. A indefinição gera insegurança para famílias e imigrantes em processo de regularização e adiciona um novo ponto de tensão diplomática entre Washington e os países afetados.

Vermelho

Iracema Vale agradece conquista de 70 mil seguidores no Instagram

14-01-2026 Quarta-feira

Iracema Vale agradece conquista de 70 mil seguidores no Instagram: “70 mil amigos caminhando juntos!

É gratificante saber que nosso trabalho pelo Maranhão tem alcançado tanta gente, sempre com diálogo, proximidade com o povo e compromisso com um futuro melhor.

Meu agradecimento sincero a cada pessoa que acompanha, curte, comenta e compartilha.

Seguimos juntos, com responsabilidade, dedicação e vontade de fazer ainda mais.”

Biografia

Iracema Cristina Vale Lima nasceu na capital São Luís, em 18 de junho de 1968. É enfermeira e funcionária pública federal. Filha do taxista João Ivo Vale e da professora Francisca das Graças Lima Vale.

Iracema está na política partidária há três décadas. É mãe de dois filhos: Marcos Vinícius e Herlon Júnior e avó de João Ivo. Filiada ao PSB, foi eleita deputada estadual no pleito de 2022, sendo a parlamentar mais votada do Maranhão com 104.729 votos.

Sua primeira eleição para um cargo eletivo foi em 2000, quando conquistou uma vaga de vereadora no município de Urbano Santos. Em 2004, foi reeleita para novo mandato no Legislativo Municipal. Em 2012, foi eleita prefeita de Urbano Santos, sendo reeleita no pleito de 2016.

Nos dois mandatos, desenvolveu diversos projetos que impulsionaram o desenvolvimento do município, beneficiando setores como a Agricultura Familiar, gerando emprego e renda para a comunidade. Suas ações lhe renderam três premiações de Prefeita Empreendedora, concedidos pelo Sebrae.

Como gestora, construiu estradas, abrindo canais de acesso para cidades vizinhas e povoados adjacentes. Na Cultura, apoiou grupos de manifestações folclóricas. Criou também as secretarias de Emprego e Renda e da Mulher.

Na área da educação, recuperou e construiu mais de 40 escolas, erradicou barracões usados como unidades de ensino, incentivou o esporte com a construção de quadras poliesportivas.

A primeira mulher eleita presidente da Alema em dois séculos de existência do parlamento estadual, Iracema Vale (PSB), foi reeleita a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA) em 2025.

Alema aprova PL que garante apoio ao envelhecimento ativo dos idosos no Maranhão

14-01-2026 Quarta-feira

Envelhecer com mais qualidade é uma construção diária. Pensando nisso, a Política de Atenção e Apoio ao Envelhecimento Ativo foi criada para ampliar participação, autonomia e bem-estar para pessoas com 60+.

A Lei nº 12.712/25 organiza como isso pode acontecer na prática. Ela define quem coordena, de que forma diferentes serviços podem atuar juntos e como parcerias com universidades, entidades sociais, empresas e outras esferas governamentais podem tornar possível a execução das ações previstas.

É sobre criar bases reais para que iniciativas cheguem onde precisam chegar.
A Assembleia Legislativa segue por um Maranhão que respeita todas as fases da vida

Lula lança plataforma digital e marca nova era tributária no Brasil

1-01-2026 Quarta-feira

Presidente sanciona lei que regulamenta a fase final da reforma tributária e cria Comitê Gestor que vai monitorar a transparência e uniformização do IBS, novo imposto

Como instrumento de modernização da economia e de justiça social, o presidente Lula lançou, nesta terça-feira (13), a Plataforma Digital da Reforma Tributária. Lula também sancionou a regulamentação final da reforma tributária e criou o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Todas essas medidas têm como objetivo comum a simplificação do sistema tributário para todo o povo brasileiro, garantindo transparência total na cadeia do consumo.

A burocracia tributária que persistiu no país por décadas agora será substituída por um sistema mais eficiente, digital e focado no bem-estar do povo brasileiro. Haverá agora dois impostos centrais.

O  IBS vai substituir o principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e o principal imposto municipal, o Imposto Sobre Serviços (ISS). Vai ser arrecadado por Estados e municípios. O Comitê Gestor vai monitorar a uniformização do imposto, a transparência do processo de transição e acompanhar a devolução dos créditos. E a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) é o imposto federal que vai substituir: PIS e Cofins (veja abaixo mais explicações). Todos os entes estarão atuando em conjunto para simplificar o sistema tributário para o contribuinte.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou que, a partir de agora, todo cidadão, empreendedor ou gestor público terá acesso centralizado a informações claras sobre as novas alíquotas de imposto, os prazos de transição e o funcionamento do sistema de créditos. “A reforma tributária é o motor para o crescimento sustentável que tanto buscamos, simplificando a vida de quem produz e garantindo justiça social para quem consome”, declarou.

Para o presidente Lula, a reforma tributária aprovada pelo Congresso, com empenho do governo, é um novo marco, de estabilidade jurídica, estabilidade econômica e estabilidade fiscal. “A gente tem que garantir a estabilidade social e a gente tem que garantir previsibilidade nesse país”, contou Lula.

O presidente Lula relembrou as tentativas de implementação da reforma tributária em seus mandatos anteriores. “Eu lembro que nós tentamos fazer uma reforma tributária em 2007. Eu lembro que nós tínhamos feito reuniões com os 27 governadores. Nós fizemos reunião com todos os líderes do Congresso Nacional que concordaram com a reforma tributária. E quando ela chegou no Congresso Nacional, alguma coisa obscura não permitiu a reforma”, contou Lula.

O que é a nova plataforma?

A ferramenta lançada pelo governo federal foi desenvolvida para ser intuitiva. A plataforma permite que empresas, contadores e cidadãos simulem as novas regras sem gerar obrigações fiscais imediatas neste primeiro momento.

As principais vantagens da plataforma incluem:

Apuração Assistida: Pela primeira vez, o brasileiro saberá exatamente quanto paga de imposto em cada produto, sem taxas escondidas

Simplicidade: Automatiza processos que antes levavam meses, reduzindo custos para pequenas e médias empresas

Segurança Jurídica: Permite que o empreendedor planeje o seu negócio com base em regras claras.

Entenda a CBS: o tributo federal que unifica e simplifica

O que ela substitui?
A CBS chega para ocupar o lugar de tributos federais antigos e complexos: o PIS Programa de Integração Social criado para financiar benefícios ao trabalhador) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, que é um tributo maior e destinado à proteção social). Em vez de várias regras diferentes para cada um, agora teremos uma única regra nacional

Cobrança sobre o “Valor Agregado” (Não cumulativo)
Diferente do sistema antigo, onde o imposto era cobrado várias vezes sobre o mesmo produto, a CBS é não cumulativa. Isso significa que cada empresa na cadeia de produção só paga o imposto sobre o valor que ela realmente adicionou ao produto.

Justiça Social e Desoneração
A CBS foi desenhada para proteger os mais pobres. Itens da cesta básica nacional terão alíquota zero, e produtos essenciais como medicamentos e absorventes terão reduções significativas. Além disso, a reforma prevê o cashback (segundo semestre de 2026), devolvendo parte do imposto pago diretamente para as famílias de baixa renda.

Destino dos Recursos
A arrecadação da CBS continua vinculada à Seguridade Social. Ou seja, o valor arrecadado é voltado para financiar a saúde, a previdência e a assistência social, garantindo a manutenção dos direitos da população.

Com o lançamento da plataforma, o governo Lula reafirma o seu compromisso com um Brasil mais justo. A transição, que começa no decorrer dos meses, terá sua implementação plena nos próximos anos, garantindo que ninguém fique para trás nessa mudança.

“O momento é histórico, primeiro porque a gente está provando que quando a gente acredita nas coisas, não existe possibilidade de elas não acontecerem. O que é importante é a gente vencer a barreira daqueles que dizem não pode, daqueles que dizem é impossível, daqueles que dizem não temos condições, daqueles que dizem que não temos quadros”, afirmou o presidente.

O evento contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, dos ministros Fernando Haddad, Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais), Simone Tebet (Planejamento e do Orçamento), Luiz Marinho (Trabalho), Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), além de parlamentares e senadores.

PT, com informações da Presidência da República.

Brandão recebe visita de cortesia de Sarney e consolida articulação política e projetos para 2026

14-01-2026 Quarta-feira

O governador Carlos Brandão recebeu, na manhã desta terça-feira (13), a visita de cortesia do ex-presidente da República, José Sarney, no Palácio dos Leões, em São Luís. Durante o encontro, eles conversaram sobre os avanços do Governo do Maranhão em 2025 e reafirmaram a continuidade da parceria administrativa e política para o ano de 2026. Entre as autoridades presentes estiveram a secretária de Estado Chefe do Gabinete do Governador, Luzia Frazão Waquim; o secretário da Infraestrutura, Aparício Bandeira, e o presidente da Fundação da Memória Republicana Brasileira, Kécio Rabelo.

Durante a reunião, o governador Brandão destacou a parceria mantida ao longo do último ano, com ênfase na atuação de Sarney junto ao Governo Federal para viabilizar a liberação de recursos destinados à conclusão da expansão da Avenida Litorânea, considerada uma das principais obras de mobilidade urbana da capital maranhense.

Segundo o governador, o apoio do ex-presidente foi fundamental para garantir a autorização do projeto junto ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Nós tivemos uma boa parceria administrativa e política. O presidente Sarney teve um papel muito importante na liberação do projeto e dos recursos para concluir a expansão da Litorânea. Isso garantiu que fizéssemos essa obra tão importante de mobilidade para a Grande Ilha”, afirmou Brandão.

O governador ressaltou ainda que o encontro serviu para fazer um balanço das ações realizadas em 2025 e para discutir as perspectivas para o ano de 2026, e destacou a importância das orientações e conselhos do ex-presidente, ressaltando sua experiência na vida pública nacional. “Respeitamos muito a experiência que ele tem de Brasil. Suas ponderações são sempre importantes para fazermos nossas reflexões e seguir com uma boa gestão, entregando obras e ações que melhoram a vida do povo do Maranhão”, disse.

Durante a visita, José Sarney elogiou o desempenho do governador e explicou que a visita teve como objetivo retribuir o encontro realizado por Brandão no fim do ano passado, além de manifestar apoio ao governo estadual. “Hoje vim visitar o Brandão, que é um dos governadores mais aprovados pelo povo do nosso estado, e isso deve ser motivo de orgulho para todos nós. Ele tem um espírito conciliador, e hoje, venho louvar o que ele está fazendo pelo nosso estado e prestar apoio ao excelente trabalho que ele vem realizando”.

Lula inicia 2026 na liderança e consolida favoritismo para a reeleição

14-01-2026 Quarta-feira

Primeira pesquisa Genial/Quaest do ano mostra que, apesar do cerco midiático, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence todos os adversários tanto no primeiro quanto no segundo turno

O ano eleitoral de 2026 começa com um dado incontestável: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a força central da política brasileira e o franco favorito para seguir conduzindo o projeto de reconstrução nacional. A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14), confirma que Lula lidera todos os cenários de intenção de voto, superando os principais nomes da direita e da extrema-direita.

Resiliência e liderança consolidada

No cenário de primeiro turno mais amplo, o presidente aparece com 36% das intenções de voto. O levantamento evidencia a fragmentação da direita: enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) herda parte do espólio do pai com 32%, outros nomes da direita como Tarcísio de Freitas (9%), Ratinho Jr. (7%) e Ronaldo Caiado (3%), não conseguem empolgar o eleitorado brasileiro.

Quando o cenário é afunilado para um confronto direto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a força do campo progressista cresce, e Lula sobe para 39%, contra 27% do adversário.

Lula vence em sete cenários

1 (todos os candidatos): Lula 36%, Flávio Bolsonaro (PL) 23%, Tarcísio (Rep.) 9%, Ratinho Jr. (PSD) 7%, Caiado (UB) 3%, Zema (Novo) 2%, Renan Santos (Missão) 1%, Aldo Rebelo (DC) 1% (7% indecisos, 11% branco/nulo).
2 (sem Tarcísio): Lula 35%, Flávio 26%, Ratinho 9%, Caiado 4%, Zema 3%, Renan Santos 1%, Aldo Rebelo 2% (8% indecisos, 12% branco/nulo).
3 (sem Flávio, Ratinho e Zema): Lula 39%, Tarcísio 27%, Caiado 5%, Renan Santos 4%, Aldo Rebelo 3% (8% indecisos, 14% branco/nulo).
4 (sem Caiado, Ratinho e Zema): Lula 40% (de 41%), Flávio 23%, Tarcísio 14% (de 10%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 12% branco/nulo).
5 (sem Tarcísio, Zema e Caiado): Lula 37% (de 39%), Flávio 28% (de 23%), Ratinho 11% (de 13%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 13% branco/nulo).
6 (sem Ratinho, Tarcísio e Caiado): Lula 39%, Flávio 32% (de 26%), Zema 5% (de 6%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 13% branco/nulo).
7 (sem Tarcísio, Ratinho e Zema): Lula 38% (de 39%), Flávio 31% (de 27%), Caiado 5% (de 4%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (8% indecisos, 14% branco/nulo).

Vitória clara no segundo turno

As simulações de segundo turno trazem os números mais sólidos para o Planalto. Lula venceria qualquer oponente fora da margem de erro, o que demonstra que a maioria do povo brasileiro ainda identifica no seu governo o porto seguro contra o retrocesso institucional e social:

  • Lula 45% vs 38% Flávio Bolsonaro (Vantagem de 7 pontos)
  • Lula 44% vs 39% Tarcísio de Freitas (Vantagem de 5 pontos)

O desafio da economia e a esperança do povo

A pesquisa aponta que a economia continua sendo o principal campo de batalha. Apesar dos números positivos da macroeconomica, a pesquisa ainda reflete a percepção de piora na economia. A Quaest perguntou sobre a situação da economia nos últimos 12 meses e as respostas foram as seguintes: 43% (eram 38% na pesquisa anterior) acham que piorou; para 24% melhorou ( eram 28% em dezembro): ficou do mesmo jeito: 29% ( eram 31%) As respostas: Não sabem/não responderam: 4% (eram 3%).

A notícia boa é que nada menos que 48% (eram 44% em dezembro) dos brasileiros acreditam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses. O grupro que acha que vai piorar hoje é de 28% (era 33%). Esse otimismo é o combustível que o governo Lula possui para consolidar as políticas de geração de emprego, controle da inflação e investimentos do PAC, que devem amadurecer ao longo deste ano.

Unidade para avançar

O cenário para Lula é de favoritismo, mas não de salto alto. O empate técnico na aprovação (47% de aprovação contra 49% de desaprovação) reforça a necessidade de o campo progressista ampliar a comunicação das entregas do governo e intensificar o diálogo com a classe média e os trabalhadores informais.

Com a liderança nas pesquisas e o otimismo da população quanto ao futuro econômico, Lula entra em 2026 como o maior fiador da democracia brasileira, pronto para enfrentar as urnas e aprofundar as mudanças que o Brasil tanto precisa.

Dados da Pesquisa: Levantamento realizado entre 8 e 11 de janeiro de 2026, com 2.004 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Creche-Escola Sementinha promove palestra sobre Inteligência Emocional durante Semana Pedagógica

13-01-2026 Terça-feira

Objetivo da atividade é fortalecer o cuidado emocional dos educadores, reconhecendo a importância desse aspecto tanto para a questão pessoal e ensino quanto para as relações no ambiente escolar

Como parte da programação da Semana Pedagógica 2026, a Creche-Escola Sementinha, instituição educacional mantida pela Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema) e coordenada pelo Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), promoveu uma palestra sobre Inteligência Emocional voltada aos profissionais da educação.

A atividade integrou as ações de formação continuada da instituição e teve como objetivo fortalecer o cuidado emocional dos educadores, reconhecendo a importância desse aspecto no ambiente escolar.

A diretora da Creche-Escola Sementinha, Cynthia Vieira, destacou que o tema contribui para o fortalecimento do trabalho pedagógico e para o bem-estar dos profissionais. “A palestra sobre inteligência emocional é especialmente importante para profissionais da educação, que lidam diariamente com pessoas em formação e múltiplas pressões. Não se trata apenas de ensinar conteúdos, mas de cuidar das relações humanas”, afirmou.

A palestra foi ministrada por Tereza Gomes, MBA em Gestão de Pessoas com ênfase em Estratégia e Analista de Perfil Comportamental. “A inteligência emocional ajuda o educador a reconhecer e lidar com as próprias emoções. Professores emocionalmente conscientes conseguem administrar melhor o estresse, a frustração e o cansaço, prevenindo o esgotamento e fortalecendo a saúde mental”, explicou.

A coordenadora do Ensino Fundamental, Andrea Pinheiro, reforçou que a escola é um espaço coletivo e que a inteligência emocional fortalece o trabalho em equipe, contribuindo para relações mais saudáveis entre professores, gestores e demais profissionais, além de reduzir conflitos internos e melhorar a comunicação. “Contribui para a formação integral dos alunos. Emocionalmente preparados, os professores ajudam a formar não apenas estudantes com conhecimento técnico, mas pessoas mais seguras, empáticas e preparadas para os desafios da vida”, concluiu.

Em dois anos, 17,4 milhões deixam a pobreza e sobem de classe no Brasil

13-01-2026 Terça-feira

Estudo da FGV mostra ascensão social acelerada entre 2022 e 2024, impulsionada pela renda do trabalho e pelas políticas de proteção social, com recorde histórico da classe média

Em apenas dois anos, 17,4 milhões de brasileiros saíram da pobreza e passaram a integrar as classes A, B e C. O volume equivale à população inteira do Equador e evidencia a velocidade da transformação social recente no país. Os dados constam de estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), elaborado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), cobrindo o período de 1976 a 2024.

Segundo a FGV, o ritmo de ascensão observado entre 2022 e 2024 foi 74% mais acelerado do que o registrado entre 2003 e 2014, fase também marcada por forte mobilidade social no Brasil. Nesse intervalo recente, a participação das classes A, B e C cresceu 8,44 pontos percentuais.

Renda do trabalho puxa a nova classe média

O diretor da FGV Social e autor do estudo, Marcelo Neri, aponta a renda do trabalho como o principal motor dessa mudança estrutural. De acordo com ele, a expansão do emprego formal foi decisiva para a consolidação de uma nova classe média oriunda da base da pirâmide social.

“O ganho de renda do trabalho foi o principal motor de ascensão social da chamada classe média. A regra de proteção do Bolsa Família impulsiona a geração de carteiras de trabalho, que talvez seja o principal símbolo da nova classe média vinda da base da distribuição de renda”, afirmou Neri.

Classes sociais e faixas de renda

As classes A, B e C são categorias utilizadas em estudos socioeconômicos para organizar a população conforme a renda familiar. A classe C, tradicionalmente associada à classe média, reúne famílias que conseguem atender às necessidades básicas e manter algum poder de consumo. Já as classes B e A concentram faixas de renda mais elevadas, com maior estabilidade financeira.

Nos últimos dois anos, entre 13 e 14 pontos percentuais do crescimento das classes A, B e C foram compostos por beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), indicando a relevância das políticas de transferência de renda combinadas à inserção produtiva.

Classe média atinge maior patamar desde 1976

Em 2024, o Brasil registrou o maior nível histórico de participação das classes médias e de maior renda desde o início da série analisada, em 1976. As classes A, B e C passaram a representar 78,18% da população, acima da média anual histórica.

A classe C concentrou 60,97% dos brasileiros, enquanto as classes A e B, juntas, somaram 17,21%, consolidando um novo patamar de distribuição social no país.

Queda histórica das classes D e E

Na outra ponta, o estudo mostra que as classes D e E atingiram os menores níveis já observados. Em 2024, a classe D representou 15,05% da população, enquanto a classe E caiu para 6,77%.

O estudo da FGV traz gráficos que demonstram claramente o contraste entre queda da pobreza (renda até um salário mínimo) e aumento da classe média (renda entre R$ 2.525 e 10.885):

Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados refletem um governo orientado para a redução das desigualdades. “Um governo do lado do povo, e não é um jogo de palavras, é mudança para melhor mesmo, para milhões de brasileiros e brasileiras”, afirmou.

Políticas sociais e crescimento econômico

Wellington Dias destacou ainda a integração entre políticas sociais, crescimento econômico e geração de oportunidades. Segundo o ministro, a expansão do emprego, o fortalecimento de pequenos e médios negócios e o aumento da renda têm ampliado o consumo e impulsionado um ciclo virtuoso de desenvolvimento.

“Os mais pobres vêm ganhando oportunidades com o crescimento econômico acima de 3% ao ano, possibilidades de emprego e pequenos e médios negócios, ampliando a renda, aumentando a capacidade de consumo, o que impulsiona o próprio crescimento contínuo da economia”, explicou. “Como diz o presidente Lula, é o dinheiro nas mãos de milhões dentre os mais pobres, que começam com um Bolsa Família e depois as portas se abrem para um emprego ou um negócio apoiado”, concluiu.

Vermelho

Mais duas leis sancionadas por Lula fortalecem combate à violência contra a mulher

13-01-2026 Terça-feira

Com novas regras, conteúdos do Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres terão que ser mais precisos e padronizados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou mais duas leis que reforçam o compromisso de fortalecer o combate à violência contra a mulher como uma das prioridades de seu governo. No dia 9, foram sancionadas a Lei 15.334/2026, que institui o 17 de outubro como o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, e a Lei 15.336/2026, que prevê a publicação, cada dois anos, do Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres.

A data da primeira norma é uma homenagem a Eloá Cristina Pimentel, vítima de feminicídio em 17 de outubro de 2008, em Santo André (SP). Em uma rede social, a primeira-dama Janja Lula da Silva comentou a sanção. Para ela, o 17 de outubro será “um dia pra gente não esquecer das mulheres que tombaram vítimas de feminicídio, vítimas do ódio contra as mulheres.”

Janja também disse que, na semana passada, a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, coordenou reunião para iniciar a construção de um pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio, envolvendo os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, como orientado ao final do ano pelo presidente Lula. “Começamos, em 2026, com a firme determinação de que nós, mulheres, continuemos vivas e podemos viver numa sociedade de paz”, defendeu a primeira-dama.

Relatório bienal com dados sobre violência de gênero

Já a segunda lei sancionada reforça a produção de conteúdo que contenha análise dos dados e informações cadastrados no Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres.

Segundo o Planalto, a ferramenta vai padronizar o registro de informações de vítimas de violência doméstica e familiar no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

O objetivo é subsidiar os profissionais de segurança e do sistema de justiça com informações precisas para que eles possam reconhecer o risco elevado de morte da mulher ou qualquer forma de violência doméstica, e ajudá-la com pedidos de medidas protetivas.

Da Redação do Elas por Elas, com informações do Palácio do Planalto