14-02-2026 Sábado
Canal gratuito funciona 24 horas. Campanha se intensifica nos dias da folia: podem ser registradas denúncias de agressão, assédio ou importunação sexual
Atenção redobrada no carnaval! Denuncie qualquer forma de agressão, assédio ou importunação sexual, utilizando o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher. O Governo do Brasil, em parceria com o Ministério das Mulheres e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), vai ampliar neste ano a campanha de combate à violência contra as mulheres no período do Carnaval.
A campanha “Se liga, ou eu ligo 180. Governo do Brasil: do lado das mulheres, contra a violência no Carnaval“, será veiculada em faixas na entrada e saída de postos da Polícia Rodoviária Federal, em todas as 27 capitais brasileiras.
O Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher – funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, há 20 anos. É um serviço gratuito e confidencial. Oferece escuta comprometida, orientação e encaminhamento à rede de proteção, além de produzir dados essenciais para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas de acolhimento às mulheres. A denúncia pode ser feita de forma anônima, e o serviço atende todo o território nacional. Também é possível fazer a ligação de qualquer lugar do Brasil ou acionar o canal via chat no WhatsApp (61) 9610-0180.
O Ligue 180 está preparado para atender mulheres em toda a sua diversidade: negras, indígenas, mulheres com deficiência, idosas, mulheres LBT, brasileiras no exterior e moradoras de áreas urbanas e rurais.
“Nosso objetivo é levar a mensagem para onde as pessoas estão, de forma clara e direta, seja nas rodovias e postos de grande circulação. Toda mulher precisa saber que não está sozinha”, destacou a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.
“A PRF, com o uso de inteligência policial, tem obtido resultados positivos na identificação e prisão de agressores com mandados de prisão em aberto. Nesse carnaval, a parceria com o Ministério das Mulheres amplia ainda mais o alcance das nossas operações e fortalece as ações de prevenção às vítimas”, explicou a diretora de inteligência da PRF, Nadia Zilotti.
Da Rede PT de Comunicação, com informações da Agência Brasil.
