14-01-2026 Quarta-feira
Primeira pesquisa Genial/Quaest do ano mostra que, apesar do cerco midiático, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vence todos os adversários tanto no primeiro quanto no segundo turno
O ano eleitoral de 2026 começa com um dado incontestável: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a força central da política brasileira e o franco favorito para seguir conduzindo o projeto de reconstrução nacional. A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14), confirma que Lula lidera todos os cenários de intenção de voto, superando os principais nomes da direita e da extrema-direita.
Resiliência e liderança consolidada
No cenário de primeiro turno mais amplo, o presidente aparece com 36% das intenções de voto. O levantamento evidencia a fragmentação da direita: enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) herda parte do espólio do pai com 32%, outros nomes da direita como Tarcísio de Freitas (9%), Ratinho Jr. (7%) e Ronaldo Caiado (3%), não conseguem empolgar o eleitorado brasileiro.
Quando o cenário é afunilado para um confronto direto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a força do campo progressista cresce, e Lula sobe para 39%, contra 27% do adversário.
Lula vence em sete cenários
1 (todos os candidatos): Lula 36%, Flávio Bolsonaro (PL) 23%, Tarcísio (Rep.) 9%, Ratinho Jr. (PSD) 7%, Caiado (UB) 3%, Zema (Novo) 2%, Renan Santos (Missão) 1%, Aldo Rebelo (DC) 1% (7% indecisos, 11% branco/nulo).
2 (sem Tarcísio): Lula 35%, Flávio 26%, Ratinho 9%, Caiado 4%, Zema 3%, Renan Santos 1%, Aldo Rebelo 2% (8% indecisos, 12% branco/nulo).
3 (sem Flávio, Ratinho e Zema): Lula 39%, Tarcísio 27%, Caiado 5%, Renan Santos 4%, Aldo Rebelo 3% (8% indecisos, 14% branco/nulo).
4 (sem Caiado, Ratinho e Zema): Lula 40% (de 41%), Flávio 23%, Tarcísio 14% (de 10%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 12% branco/nulo).
5 (sem Tarcísio, Zema e Caiado): Lula 37% (de 39%), Flávio 28% (de 23%), Ratinho 11% (de 13%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 13% branco/nulo).
6 (sem Ratinho, Tarcísio e Caiado): Lula 39%, Flávio 32% (de 26%), Zema 5% (de 6%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (7% indecisos, 13% branco/nulo).
7 (sem Tarcísio, Ratinho e Zema): Lula 38% (de 39%), Flávio 31% (de 27%), Caiado 5% (de 4%), Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 2% (8% indecisos, 14% branco/nulo).
Vitória clara no segundo turno
As simulações de segundo turno trazem os números mais sólidos para o Planalto. Lula venceria qualquer oponente fora da margem de erro, o que demonstra que a maioria do povo brasileiro ainda identifica no seu governo o porto seguro contra o retrocesso institucional e social:
- Lula 45% vs 38% Flávio Bolsonaro (Vantagem de 7 pontos)
- Lula 44% vs 39% Tarcísio de Freitas (Vantagem de 5 pontos)
O desafio da economia e a esperança do povo
A pesquisa aponta que a economia continua sendo o principal campo de batalha. Apesar dos números positivos da macroeconomica, a pesquisa ainda reflete a percepção de piora na economia. A Quaest perguntou sobre a situação da economia nos últimos 12 meses e as respostas foram as seguintes: 43% (eram 38% na pesquisa anterior) acham que piorou; para 24% melhorou ( eram 28% em dezembro): ficou do mesmo jeito: 29% ( eram 31%) As respostas: Não sabem/não responderam: 4% (eram 3%).
A notícia boa é que nada menos que 48% (eram 44% em dezembro) dos brasileiros acreditam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses. O grupro que acha que vai piorar hoje é de 28% (era 33%). Esse otimismo é o combustível que o governo Lula possui para consolidar as políticas de geração de emprego, controle da inflação e investimentos do PAC, que devem amadurecer ao longo deste ano.
Unidade para avançar
O cenário para Lula é de favoritismo, mas não de salto alto. O empate técnico na aprovação (47% de aprovação contra 49% de desaprovação) reforça a necessidade de o campo progressista ampliar a comunicação das entregas do governo e intensificar o diálogo com a classe média e os trabalhadores informais.
Com a liderança nas pesquisas e o otimismo da população quanto ao futuro econômico, Lula entra em 2026 como o maior fiador da democracia brasileira, pronto para enfrentar as urnas e aprofundar as mudanças que o Brasil tanto precisa.
Dados da Pesquisa: Levantamento realizado entre 8 e 11 de janeiro de 2026, com 2.004 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.