Arquivo mensal: setembro 2022

Sessão da Câmara de São Luís analisa requerimentos, projetos de lei e indicações na ordem do dia

14-09-2022 Quarta-feira

A Câmara São Luís realizará, nesta quarta-feira (14), mais uma sessão ordinária. Em pauta para deliberação no plenário estão duas moções, oito projetos de resolução, 11 indicações, 12 projetos de decreto legislativo, 21 projetos de lei e 23 requerimentos. A sessão pode ser acompanhada, ao vivo, no canal da Câmara no Youtube.

Entre os projetos de lei, estão pedidos para consideração de ‘utilidade pública’ a entidades que prestam serviços relevantes à população; proposta de criação de área de convivência social na Vila Riod; alteração de nome de unidade escolar; criação do programa “Amiguinho dos Animais”; instituição da Semana do Legislativo nas escolas públicas municipais; criação do Dia Municipal da Batalha de Rima  e da Dança de Rua; prioridade dos estacionamentos públicos e privados próximos a hospitais e centro de coleta público de sangue aos doadores de sangue, entre outras propostas. 

Nos projetos de decreto legislativo, estão propostas de homenagem a diversas personalidades que contribuem com avanços nas mais diversas áreas, em São Luís, com a concessão do Título de Cidadão Ludovicense e da Medalha Simão Estácio da Silveira. Há propostas do Coletivo Nós (PT), Rosana da Saúde (Republicanos), Raimundo Penha (PDT), Fátima Araújo (PCdoB), entre outros parlamentares. 

Entre os requerimentos e indicações, os vereadores irão deliberar sobre pedidos de melhoria na pavimentação de diversos pontos da capital e também, para melhor mobilidade urbana.

A sessão também terá dois pedidos de moção. O primeiro, de autoria do vereador Marlon Botão (PSB), pede a congratulação do governador do Estado, Carlos Brandão, pela organização do São João 2022, com destaque para o incentivo à geração de emprego e renda no estado. O segundo pedido de moção, do vereador Chico Carvalho (Avante), é uma Moção de Pesar, pelo falecimento do poeta e compositor José Raimundo Gonçalves, em solidariedade a seus familiares e amigos. 

Lula defende escola integral como instrumento para melhorar a educação 

14-09-2022 Quarta-feira

Ex-presidente tem defendido proposta como forma de garantir melhor qualidade no ensino e disponibilizar às mães trabalhadoras locais adequados à proteção e formação de seus filhos

As inúmeras defasagens vivenciadas pela educação pública brasileira, sobretudo durante a pandemia e sob o desmonte promovido pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), têm colocado em pauta diferentes propostas e concepções educacionais. Uma delas, defendida pelo ex-presidente Lula (PT), diz respeito à implantação das escolas de tempo integral pelo país. 

“Tudo que um pai quer, tudo que uma mãe quer, é ver a meninada estudar, se formar e trabalhar. É ver as crianças ficarem brincando na rua sem medo de uma bala perdida e nós vamos fazer um sistema de escola integral para toda criança ficar na escola o dia inteiro”, disse Lula em comício realizado em Nova Iguaçu (RJ), na quinta-feira (8). 

Em outra ocasião, durante encontro do ex-presidente com governadores no final de agosto, Lula destacou que “a escola em tempo integral é uma das soluções não só para formar melhor nosso jovem, mas também para evitar que ele chegue no crime”.

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Ao tratar da educação de maneira mais ampla, o programa registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela coligação Brasil da Esperança aponta: “para os alunos que ficaram defasados devido às inúmeras limitações, materiais, pedagógicas ou tecnológicas, durante a crise sanitária, afirmamos o compromisso do novo governo com um programa de recuperação educacional concomitante à educação regular, para que possam superar esse grave déficit de aprendizagem. A educação é investimento essencial para fazer do Brasil um país desenvolvido, independente e igualitário, mais criativo e feliz”. 

Além de defender a proposta de ensino integral do ponto de vista da formação educacional, a campanha de Lula tem procurado demonstrar sua importância para as mães do povo, que dependem da estrutura do Estado para terem onde deixar seus filhos enquanto trabalham. Neste sentido, tanto as escolas quanto as creches em tempo integral têm sido colocadas pela candidatura como forma de superar graves obstáculos existentes na atualidade. 

Desafios

De fato, os desafios colocados para a melhoria da educação pública não são pequenos e vão desde as dificuldades trazidas pela pandemia ao descaso e desvios do governo Bolsonaro e do Ministério da Educação. Para ficar apenas nos impactos da Covid-19, conforme relatório da organização Todos pela Educação, cerca de 244 mil crianças e adolescentes estavam fora da escola no segundo trimestre do ano passado, número que representa um aumento de 171% em comparação com 2019. 

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Outro dado que mostra os problemas trazidos pela crise sanitária diz respeito à defasagem na aprendizagem resultante da precariedade do ensino remoto. Segundo pesquisa Datafolha divulgada no início do ano, 76% das crianças em fase de alfabetização têm necessidade de apoio para complementar o aprendizado. 

“O debate sobre educação em tempo integral é fundamental hoje, na medida em que ela pode, desde a creche até o ensino médio, oferecer uma condição avançada para o ensino e aprendizagem das crianças, adolescentes e jovens”, disse, ao Portal Vermelho, o presidente em exercício do Cpers (Centro dos Professores do Estado do Rio Grande Do Sul – Sindicato dos Trabalhadores em Educação), Alex Saratt. 

Ele explica que o investimento público precisa ser volumoso para que se consolide um modelo de escola “que coloque o Brasil na linha de frente das experiências educacionais e pedagógicos que nós temos hoje no mundo”. 

Saratt salienta que “a creche em tempo integral é um modelo reivindicado pelo movimento social, pelas mulheres trabalhadoras por conta, justamente, dessa necessidade do cuidado e atenção à infância e também uma maneira de integrar as crianças num sistema e num ritmo que permita desenvolver, nas outras etapas da formação educacional das crianças, essa condição de um ensino mais integrado, não apenas integral”. 

Para ele, “na medida em que nós falamos da educação, obviamente, falamos primeiro como promoção do bem-estar do ser humano, do desenvolvimento do intelecto, das noções éticas de convivência social, das compreensões desse sujeito enquanto um cidadão dentro de uma vida democrática. Mas também nós temos a preocupação de que ela forme efetivamente o jovem para a vida tanto cidadã quanto para a vida produtiva, desenvolvendo habilidades, competências, conhecimentos mais aprofundados, cada vez menos ligados à repetição e mais à criação”. 

Saratt pontua que a proposta de escolas em tempo integral “é  ousada, avançada, contemporânea e justa para as demandas do país e da população”. 

Priscila Lobregatte

Weverton promete isentar o IPVA de motos de 170 cilindradas no primeiro dia de gestão

14-09-2022 Quarta-feira

O senador Weverton (PDT) se comprometeu com o eleitorado maranhense que como governador irá emitir, logo no primeiro dia de gestão, um decreto estadual com a adesão do Maranhão à lei federal que isenta o pagamento do IPVA para motos de baixa cilindrada, scooters e ciclomotores com até 170 cilindradas.

A Resolução 3/2019, que garante a isenção do IPVA de motos de 170 cc, foi aprovada e promulgada pelo Senado Federal no início de julho deste ano, mas os estados não são obrigados a aderirem. A adesão é voluntária por se tratar de um imposto estadual.

O senador Weverton, que foi um dos articuladores da tramitação da lei que isentou o IPVA de motos de 170 cc no Senado, comentou o fato de o Maranhão não ter aderido à lei.

“Os maiores beneficiados pela lei são as pessoas de baixa renda que utilizam a moto como único meio de transporte ou ainda para o trabalho. É uma pena que o governador até o momento tenha se recusado a aderir à lei e garantir o benefício e isentar o IPVA de motos de até 170 cc”, afirmou Weverton. “Quando for governador, vou corrigir essa omissão do estado logo no primeiro dia de gestão e vou isentar o IPVA”, concluiu.

Os últimos dados disponibilizados pelo Detran do Maranhão mostram que há mais de um milhão de motos registradas no estado.

600 mil indústrias fecharam em 4 meses, mas governo diz que economia está bombando

14-09-2022 Quarta-feira

 Brasil vem perdendo indústrias, empregos com carteira assinada e bons salários. Para o economista Marcio Pochmann país regrediu 100 anos na área industrial 

A medida eleitoreira de reduzir os preços dos combustíveis pelo menos até 2 de outubro, segurou a escalada a inflação, apesar de não ter derrubado os preços dos alimentos, mas isso não significa que  a economia está “bombando”, como vêm dizendo membros do governo de Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.

E são as estatísticas oficiais que provam que o governo não está falando a verdade, segundo análises de especialistas da área econômica.

Se por um lado, o nível de emprego sobe, por outro lado, a maioria é sem carteira assinada e os salários estão cada vez mais baixos; as famílias estão cada vez mais endividadas e as grandes empresas e indústrias capazes de gerar bons empregos, com direitos, estão fechando e as multinacionais estão saindo do Brasil.

Os dados do Ministério da Economia apontam uma onda de redução no número de aberturas de empresas e avanço nos casos de fechamento neste ano. Entre maio e agosto, mais de 600 mil empresas foram fechadas. O volume de empresas fechadas é cerca de 10% maior do que o registrado no quadrimestre anterior e quase 25% superior ao patamar do mesmo período no ano passado.

O movimento já vinha acontecendo desde 2020, ano em que perdemos 2.865 indústrias, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em julho passado.

A fragilidade da economia do país também pode ser constatada pelo número de empresas abertas por microempreendedores individuais, em 2021.  Do total de 2.016.481 milhões de empresas abertas no país 78,48% foram MEIs.  Ou seja, nos últimos três anos, a economia vem cambaleando e sem perspectiva de ajudar a melhorar a vida dos brasileiros.

Leia mais: 54% dos trabalhadores estavam desempregados quando viraram ‘empreendedores’

O economista da Unicamp, Marcio Pochmann, explica que o problema do Brasil atualmente é o fim de uma política industrial que havia sido incrementada nos últimos anos, mas o atual governo optou pelo agronegócio e pelas exportações. Ele conta que as exportações e importações equivaleram a quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB).

“É uma economia voltada para a exportação e o mercado de consumo interno é voltado para bens de consumo não duráveis; o restante vem por importação”, diz o economista.

O que acontece, prossegue, é que de um lado já estamos há um bom tempo sem crescimento; a economia vive um quadro de estagnação com inflação alta e, o governo estimula o consumo por meio por programas sociais.

E dada a dimensão da pobreza, acrescenta o economista, esses recursos vão para bens de consumo não duráveis como alimentação, vestuário, calçado, aluguel, pagar dívidas. ”Essas iniciativas são artificiais, de não consumo de bens duráveis, como automóveis, casas, produtos com valores maior do que o salários”, diz o professor.

“Na verdade, os pobres são intermediários por receber essa transferência de renda, que é positiva, mas transfere para quem tem poder de mercado por causa da inflação como os bancos, quando estão endividados”, afirma Pochmann.

Desindustrialização é opção de governo

A exportação de produtos primários perdura no Brasil por mais de quatro séculos e a desindustrialização é a ponta do iceberg da instabilidade econômica do país; com a desestruturação do sistema produtivo, que era complexo, diversificado e integrado que praticamente não se produz mais aqui, analisa o economista.

“O Brasil está se especializando em exportar serviços primários.  A nossa competitividade está dada pelo baixo custo do trabalho e abundância dos recursos naturais, não é tecnológico. Desde 1990, fomos perdendo capacidade de competir no exterior, por juros altos e a própria valorização cambial”, diz.

Os governos do PT reagiram a isso, construíram convergência entre a tecnologia, a ciência e o sistema produtivo; quando isso estava maturando houve rompimento com o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, e o Brasil voltou a 100 anos, para a década de 1920, em ser exportador de bens primários- Marcio Pochmann

Baixos salários impedem consumo de bens duráveis

O economista acredita que o Brasil fez uma escolha na divisão internacional do trabalho; optou por uma economia de baixos salários com, inclusive, com o governo atual acabando com a Política de Valorização do Salário Mínimo, que durante os governos do PT foi reajustado acima da inflação, com ganho real de 74,33%. Para Pochmann, a reforma Trabalhista, em 2017, de certa maneira consolidou, legalizou o que já estava em curso, após o golpe em 2016.

“Com salários mais altos, é possível melhorar o bem estar da população de baixa renda, permitindo que  empresas grandes não fechem por não ter demanda na produção”, diz Pochmann.

O economista também credita à reforma da Previdência, aprovada em 2019 na gestão Bolsonaro, a impossibilidade de que os ocupados de hoje se aposentem, e a própria lei geral de terceirização, outro legado do golpe, liberou a selvageria no mercado, derrubando ainda mais o poder de compra das famílias e, portanto, a capacidade de consumo de bens duráveis.

Para um futuro com maior industrialização, melhores salários e retomada da economia, o economista diz que sua velocidade se dará pela capacidade política de colocar essas ações em movimento.

“Pode demorar mais porque essa situação favorece alguns setores, como o agronegócio e o mercado financeiro e até do exterior. Por isso, é preciso a construção de uma maioria política que defenda o crescimento com distribuição de renda e fortalecimento do emprego”, conclui.

Confira as indústrias e empresas estrangeiras que deixaram o país

Montadoras

Desde 2019, pelo menos 13 multinacionais de diversos setores deixaram o Brasil. Há três anos, a montadora Ford anunciou o encerramento de suas atividades na unidade de São Bernardo do Campo (SP). Um ano depois, foi a vez dos funcionários de Taubaté (140 km de SP) receberem a notícia do fim das atividades e, em 2021, a montadora anunciou o encerramento de sua produção no Brasil. O fechamento das fábricas resultou na perda de aproximadamente 5 mil empregos diretos.

Neste ano, em maio, a Caoa Chery decidiu limitar suas atividades em Jacareí (80 km de SP) e fechar a fábrica de forma temporária para fazer alterações. Cerca de 600 funcionários foram demitidos. A unidade será remodelada.

Em dezembro de 2020, a Mercedes-Benz anunciou o fechamento da única unidade da marca no Brasil voltada à produção de automóveis leves. A fábrica, localizada em Limeira (SP) contava com 370 funcionários. No último dia 6 deste mês de setembro, a montadora alemã anunciou o fechamento de 3.600 vagas de trabalho entre empregos direitos e indiretos na sua planta de São Bernardo do Campo. 

Eletroeletrônicos

Em março de 2021, a Sony confirmou o encerramento de suas atividades comerciais no Brasil. Em setembro de 2020, a companhia japonesa de eletrônicos já havia anunciado o fechamento da sua única fábrica brasileira localizada em Manaus (AM).

Medicamentos

Em 2019, a fabricante de medicamentos suíça Roche anunciou encerramento da produção de remédios no Brasil, além de fechar a fábrica que possui no Rio de Janeiro. Segundo a empresa, as atividades devem ser encerradas em quatro ou cinco anos.

A também farmacêutica norte-americana Eli Lily deixou o Brasil em 2020 e transferiu a produção para Porto Rico.

Outras empresas que saíram do país, mas não são indústrias

Vestuário

Em janeiro, a Forever 21 fechou 11 lojas no Brasil em meio à recuperação judicial nos EUA.

Também anunciou a sua saída do Brasil ,em janeiro deste ano, a marca francesa de fast fashion Kiabi.

Aplicativos

A empresa de aplicativos espanhola Glovo encerrou suas atividades no Brasil em 2019, um ano após chegar ao País.

Alimentação

Walmart – a maior varejista do mundo vendeu 80% de sua operação brasileira a um fundo de investimentos;

A cadeia de restaurantes americana Wendy’s fechou duas unidades no Brasil em 2019, mas não informou o motivo dessa decisão.

A rede Hooters, também encerrou suas atividades em março de 2019.

Também deixaram o Brasil as empresas internacionais de diversos segmentos Nike, Fnac, Nikon, Brasil Kirin, Häagen-dazs, RR Donnelley, Lush Cosméticos e Kiehl’s.

CUT

Brandão inicia semana de campanha com plenária sobre política penitenciária

13-09-2022 Terça-feira

Depois de reunir milhares de pessoas na última semana, em diversas regiões do estado, com carreatas de sucesso da caravana “Para o bem do Maranhão”, o governador e candidato à reeleição, Carlos Brandão (PSB), iniciou a semana participando de mais um evento importante.

Na noite desta segunda-feira (12), Brandão encontrou centenas de apoiadores para discutir sobre política penitenciária. A reunião ocorreu no bairro Renascença, em São Luís.

“Nos últimos oito anos, a segurança do Maranhão foi prioridade do nosso governo. Foi assim com Dino e assim será na minha gestão. Continuaremos trabalhando para oferecer proteção e garantir qualidade de vida aos maranhenses”, pontuou Brandão.

Junto ao governador, várias lideranças políticas corroboraram com a visão política de Brandão, como o ex-governador e candidato ao Senado, Flávio Dino (PSB).

O governador destacou, ainda, os investimentos que tem feito na área, com promoções, compras de equipamentos e contratação de novos profissionais para a segurança pública.

“Avançamos muito, mas ainda não é o bastante. Queremos e iremos avançar ainda mais. No nosso planejamento, está o de colocar ainda mais policiais nas ruas e fortalecer o nosso serviço de inteligência. Iremos, também, oferecer salários motivadores para garantir uma prestação de serviço mais dedicada”, afirmou.

Lula mobiliza comunicadores na reta final: “Vamos falar com o coração” 

13-09-2022 Terça-feira

Lula se reúne com mais de 7.800 comunicadores engajados em sua campanha e pede: “Transmitam muita solidariedade e fraternidade nas mensagens de vocês”

Lula se reuniu, na manhã desta terça-feira (13), em um encontro virtual, com 7.866 comunicadores e comunicadores de todo o Brasil que estão engajados em sua eleição para presidente.

A esses profissionais, Lula pediu empenho nessa reta final da campanha e defendeu que as ruas e as redes sejam inundadas com mensagens de solidariedade e esperança.

“Nós temos uma vantagem em relação aos robôs deles. Nós não somos algoritmos, nós somos seres humanos e não queremos perder nossos sentimentos. Temos de colocar nas nossas mensagens aquilo que mais toca o ser humano, que é o coração. Por isso que falar de amor, de esperança, de futuro é tão importante”, disse Lula.

O ex-presidente defendeu uma “comunicação mais leve”. “Vamos falar diretamente à mulher, diretamente ao homem, falar dos problemas que eles estão sofrendo. Neste instante, nossa candidatura representa a esperança”, acrescentou.

Chegada da primavera

Na avaliação de Lula, setembro, que marca o início da primavera, é perfeito para nos lembrarmos de que os poderosos podem tentar matar uma, duas ou três rosas, mas não conseguirão deter a chegada da primavera. 

“No dia 22, começa a primavera, e 10 dias depois terá a eleição. E o povo brasileiro vai se dirigir à urna para digitar seu voto com muita esperança, com muito amor, muita paz, muita leveza espiritual para que a gente possa mostrar que nós temos que reconstruir, não apenas a economia do país, o processo de industrialização, a geração de emprego, mas reconstruir o modo gostoso de viver, o modo da família viver em paz, com esperança, em harmonia”, avaliou.

E prosseguiu: “É o momento de colocar a alma para trabalhar e o coração para falar, para que a gente, sem ódio, sem fazer nenhuma provocação nem o jogo rasteiro dos nossos adversários, elevando o nível político da campanha, a gente possa dedicar esse tempo que falta para a gente ganhar essas eleições”.

Na opinião do ex-presidente, o povo nunca precisou tanto de uma vitória do campo progressista. “E estou convencido de que o humanismo, a fraternidade, a solidariedade, a compaixão e a bondade vão vencer o desprezo dessa gente que não acredita no ser humano”, disse.

Congresso, campanhas estaduais e primeiro turno

Lula ressaltou a importância de motivar as pessoas a irem votar e sempre comunicar o quanto é importante eleger também deputadas e deputados, senadoras e senadores alinhados com as propostas de sua campanha. E pediu empenho também para as campanhas nos estados.

É importante não nos esquecermos de falar nos nossos candidatos nos estados. Nós temos a perspectiva de eleger o presidente da República e eleger junto o governador de São Paulo, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de nove estados do Nordeste e outras regiões. Não é pouca coisa o que pode acontecer nessas eleições”, destacou.

Para Lula, não é soberba nos empenharmos para um vitória já no primeiro turno. “É preciso acreditarmos que é possível a gente vencer as eleições no primeiro turno. Tem gente que tem vergonha, ‘ah, não vamos falar em ganhar no primeiro turno porque parece soberba’. Mas, se tem candidato com 1% acreditando que vai ganhar, eu que tenho 46% tenho de acreditar que é possível, nesses próximos 20 dias, conquistar os votos que faltam. Sem desprezo a ninguém.” 

Por fim, voltou a falar de esperança. “Esse Brasil está pronto para ser reconstruído. Depende de mim, depende de vocês e depende da vontade do povo brasileiro. A urna é o lugar da gente digitar esperança. E esperança, neste momento, significa o 13. Então, vamos ao trabalho e, por favor, transmitam muita solidariedade e muita fraternidade nas mensagens que vocês vão dar daqui para frente.” 

Rede de comunicadores

O evento foi organizado em parceria com todos os partidos que formam a coligação que apoia a chapa Lula-Alckmin (PT, PSB, PCdoB, PV, Psol, Rede, Solidariedade, PROS, Avante e Agir).

Os mais de 7.800  comunicadores presentes atuam não só nessas 10 legendas como também fazem parte de movimentos sociais, organizações da sociedade civil, sindicatos e rádios comunitárias, entre outras entidades.

Abrindo o evento, o ex-prefeito de Araraquara (SP) e coordenador da campanha de Lula e Alckmin, Edinho Silva, disse estar convicto que, bem organizada, essa rede de comunicadores se torna mais forte que os robôs e fake news bolsonaristas.

“Não vamos competir com a mesma estratégia de robôs, gabinete do ódio. Vamos nos organizar. Organizados, somo mais fortes, porque, se eles têm robôs, nós temos sonhos”, defendeu Edinho.

O secretário nacional de Comunicação do PT, Jilmar Tatto, também saudou e agradeceu as presenças. “É fundamental na reta final darmos a arrancada da verdade. Não precisamos de mentiras, de fake news nem de canelada porque temos proposta”, assegurou.

PT

Câmara de São Luís realizará amanhã (14) live em alusão ao Setembro Amarelo

13-09-2022 Terça-feira

A Câmara de São Luís realizará, às 19h30 de amanhã (14), a live “Prevenção ao Suicídio: esse assunto é sério e precisa ser discutido”. O evento poderá ser acompanhado pela população por meio do perfil @camaraslz no aplicativo Instagram.

A live ocorrerá como parte integrante das ações da Casa Legislativa pelo “Setembro Amarelo”, campanha iniciada no Brasil em 2015 que objetiva conscientizar as pessoas acerca da prevenção ao suicídio.

Além de ter o mesmo propósito da campanha, a live também pretende dar visibilidade à gravidade do tema que será discutido e contribuir para o desenvolvimento de uma rede apoio de prevenção ao suicídio. Outro objetivo do evento é estreitar o relacionamento do público estratégico da Câmara de São Luís com a instituição.

A atividade será mediada por um dos psicólogos da Casa Legislativa, Mauro Brandão, e terá como convidado Guerche da Silva Ribeiro. Ele é graduado em Psicologia, pós-graduado e especializado em Psicologia Transpessoal nas áreas Clínica, Educacional e Organizacional. Guerche Ribeiro também possui graduação em Engenharia Elétrica é pós-graduando em Automação e Controle de Sistemas Elétricos de Potência.

Segundo a Técnica em Relações Públicas da Câmara, Larissa Viveiros, a dinâmica do evento engloba conversa entre os dois profissionais da área de Psicologia e participação dos internautas por meio da realização de perguntas que deverão ser respondidas por Guerche Ribeiro. Larissa A profissional de Relações Públicas também adiantou alguns temas que serão abordados durante a live.

“Tentaremos fazer um retrato do suicídio no nosso país e no nosso estado. É importante falarmos sobre o suicídio para pensarmos nas formas de preveni-lo. Pretendemos desmistificar mitos e tabus sobre a questão, bem como apontar sinais de alertas e formas de auxiliar pessoas que apresentem tais sinais. Além disso, também falaremos brevemente sobre a relação do suicídio com questões estruturais como pobreza, racismo, machismo e consumismo”, assinalou Larissa Viveiros.

Vale registrar que o planejamento e a execução do evento estão sob a responsabilidade da Diretoria de Comunicação, por meio do Departamento de Comunicação Organizacional; do Setor de Recursos Humanos, por meio da Psicologia; e do Setor de Saúde, por meio do Serviço Social.

Raí declara voto “convicto” em Lula e prega vitória no primeiro turno

13-09-2022 Terça-feira

O ídolo do São Paulo e um dos criadores da Fundação Gol de Letra ainda pediu o apoio de Ciro Gomes e Simone Tebet: “vem reconstruir do lado certo e na hora certa.”

O ex-jogador de futebol Raí declarou que votará em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em vídeo publicado no seu Instagram na segunda-feira (12). O tetracampeão mundial pela seleção brasileira (1994) e campeão mundial de clubes pelo São Paulo (1992), elencou os motivos que o fazem apoiar o ex-presidente.

“Voto em Lula porque amo a vida, porque respeito a vida, porque respeito todas as cores. Voto em Lula porque sou antirracista e antifascista. Porque respeito as mulheres, porque respeito as diferenças, porque quero um país mais justo.”

Em outro momento diz: “Eu voto em Lula convicto. Se você não pensa como eu, vote em Lula por um país mais humano, por mais democracia, por paz. Lula lá! Eu voto Lula!”

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Raí, irmão do ídolo corinthiano Sócrates, ainda pediu apoio para que a eleição seja decidida ainda no primeiro turno.

“Voto em Lula para ganharmos todos no primeiro turno. Primeiro turno para que o mundo não tenha dúvidas de quem realmente somos”, colocou em trecho do vídeo.

O fundador da Gol de Letra, fundação que promove a educação de crianças e adolescentes por meio do esporte e da cultura, também chamou os candidatos do PDT e MDB à presidência para se somarem à campanha.

“Ciro, Tebet, vem com a gente, sem medo de ser feliz, vem colaborar, vem reconstruir do lado certo e na hora certa”, disse.

Em reunião online com comunicadores de todos o Brasil na terça-feira (13), Lula classificou a gravação feita por Raí como “excepcional” e pediu para que manifestações como esta sejam repercutidas por toda a sociedade: “Precisamos fazer com que a gravação do Raí seja divulgada, disseminada”, disse o ex-presidente.

Murilo da Silva

Com 5,8 milhões sem moradia, verba do Casa Verde e Amarela é a menor da história

13-09-2022 Terça-feira

Orçamento deste ano para programa do governo Bolsonaro, que substituiu o Minha Casa, Minha Vida, é de R$ 1,2 bilhão. Nos governos Lula e Dilma, a média destinada ao programa era de R$ 12 bilhões ao ano

Apesar do déficit habitacional, pessoas sem casa ou que vivem em moradias precárias em todo o Brasil, ser de 5,8 milhões, o governo de Jair Bolsonaro (PL) desmontou o maior programa habitacional que o país já criou, o Minha casa, Minha Vida (MCMV), criado no governo do ex-presidente Lula (PT), e criou outro que não recebe verbas.

O programa Casa Verde Amarela, criado em 2020 tem este ano o menor orçamento de sua história, de apenas R$ 1,2 bilhão – uma redução de 90% da média destinada ao programa de 2009 a 2018, de R$ 12 bilhões, quando ele se chamava Minha Casa, Minha Vida.

Sem casa e sem emprego

O corte de 90% do Casa Verde e Amarela trava também a geração de empregos no setor da construção civil, que costuma contratar com carteira assinada, portanto com direitos, tirando da informalidade milhares de trabalhadores. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 40 milhões de trabalhadores são informais.

Estudos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) apontam que um incremento na construção de moradias geraria 3 milhões de novos empregos.

O valor que consta no Orçamento da União para o Casa Verde Amarela, em 2023, constrói apenas entre 100 mil e 120 mil casas populares, não mais do que isso, critica o presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira filiados à CUT (Conticom-CUT), Cláudio da Silva Gomes, o Claudinho.

“Esses R$1,2 bilhão que o governo destinou ao programa habitacional fica ainda mais irrisório se pensarmos que o valor também é destinado a obras em casos de calamidade pública, como aconteceu em Recife neste ano, quando as chuvas derrubaram casas e provocaram mortes”, ressalta o dirigente.

Em maio deste ano, as fortes chuvas deixaram 106 mortos, 11 desaparecidos e 6,6 mil desabrigados, em Pernambuco. A maioria das vítimas pertence a faixa 1, a mais afetada pelos cortes de recursos do programa, já em 2021. A faixa 1 contempla as famílias pobres que ganham entre um e dois salários mínimos (R$ 2.224). Neste segmento estão concentrados cerca de 70% do déficit habitacional do Brasil. Ou seja, faltam 4,6 milhões de moradias para essa população. Para Claudinho, o orçamento necessário para combater o déficit habitacional é de R$ 50 bilhões.

Leia mais: Bolsonaro zera verba para moradia popular e manda população evitar área de risco 

A arquiteta e urbanista Claudia Pires que atua no Coletivo BR Cidades, afirma que a situação de interesse social no país é caótica, com os investimentos minguando desde 2016. No auge do Minha Casa, Minha Vida, em 2015, (governo Dilma Rousseff), o orçamento chegou a R$ 30 bilhões anuais. Na faixa de renda de até R$ 1,8 mil, o mutuário tinha subsídio de até 95% do valor do imóvel.

“Os recursos para moradia têm de ser perenes e vinculados a uma política de Estado que preveja uma política habitacional em todas as suas vertentes, desde a melhoria profissional à regularização fundiária”, defende a urbanista.

Apesar dessa necessidade urgente, o atual governo, ao contrário, além de cortar o orçamento ainda tem uma execução abaixo da crítica com 0,001% do que seria necessário, de acordo com Claudia Pires.

“O governo não investiu em subsídios para quem não pode pagar. Faltam créditos e programas de transferência de renda que chegue a essa parcela da população. O Brasil já teve momentos críticos como o fim do BNH [Banco Nacional da Habitação, extinto em 1986], mas nada se compara a esse momento”, diz.

Inadimplência

Outra forte crítica tanto da urbanista quanto do presidente da Conticom é em relação à falta de informações oficiais do governo sobre o número de inadimplentes e despejados de suas casas compradas pelo Casa Verde Amarela.

“Entre pagar a prestação da casa e comer, as pessoas optam por comer e por causa da crise econômica e do desemprego, os despejos estão ocorrendo e muita gente está morando nas ruas”, diz Claudinho.

A urbanista também credita à alta nos preços dos alimentos ao aumento de pessoas morando nas ruas, apesar do governo não ter nenhum dado oficial, mas se percebe a “olho nu”, principalmente nas grandes cidades. 

Ela acredita que a situação só piora, levando pessoas a abandonarem suas casas por não conseguir pagar uma prestação e irem morar com outros membros da família. Já quem morava em favela e está na miséria vai para a rua.

“É uma política perversa que impacta também nos preços dos aluguéis. As pessoas, mesmo àquelas com renda entre R$ 2.300 e R$ 3.500 estão espremidas pelas restrições econômicas, extremamente impactadas pelos empecilhos dessa política de governo, e elas não conseguem pagar a casa própria mesmo com subsídios de crédito pelo FGTS [Fundo de Garantia por Tempo de Serviço]”, argumenta Cláudia Pires.

O FGTS opera com receita aplicada na política de habitação com R$ 70 bilhões ao ano para quem tem nome limpo e tem renda para pagar uma prestação.

O Minha Casa, Minha Vida foi pensado nessa base da pirâmide que não tem acesso ao FGTS e operações de crédito. Hoje, quando você deixa menos de 2% do recurso do FGTS para uma política de habitação para quem não consegue pegar, sequer, um empréstimo, é uma situação muito preocupante- Cláudia Pires

CUT Rosely Rocha

População de Magalhães de Almeida vai às ruas em apoio ao deputado Hildo Rocha

13-09-2022 Terça-feira

Milhares de pessoas foram às ruas de Magalhães de Almeida confirmar apoio à reeleição do deputado federal Hildo Rocha. As principais lideranças da cidade e de outros municípios da região também participaram da grande passeata e do gigantesco comício que simboliza a aprovação popular e o carinho que o povo tem em relação ao parlamentar.

Motivos para reeleger o deputado Hildo Rocha

Ao optar por eleger Hildo Rocha, a população demonstra que quer continuar sendo bem representada no legislativo federal, quer um deputado atuante, eficiente e produtivo.

Neto Carvalho, líder político detentor de extraordinário prestígio, na região do Baixo Parnaíba, resumiu, em poucas palavras, os motivos pelos quais ele trabalha pela reeleição do deputado Hildo Rocha.

“É honesto, trabalhador, ajuda os municípios. Portanto, é um grande deputado. É a terceira vez que vou votar nele. Nosso grupo político votou nele duas vezes e vai votar novamente, com muito orgulho”, enfatizou Neto Carvalho.

Principais benefícios proporcionados ao município

A frase, “ajuda os municípios”, pronunciada por Neto Carvalho, resume um extenso leque de benefícios proporcionados por Hildo Rocha à população de Magalhães de Almeida. As principais:

Aquisição de Ambulância

Construção de estradas vicinais

Construção de pontes

Custeio de atenção especializada no hospital municipal

Custeio de Saúde da atenção básica ( Postos de Saúde)

Doação de trator agrícola, para Associação dos irrigantes São Bernardo Doação de caminhão leve para Associação dos Irrigantes do Povoado São Bernardo

Doação de trator agrícolas para Associação dos Agricultores do Sistema Canaã

Equipamentos odontológicos

Implantação de sistema de abastecimento de água

Melhorias sanitárias domiciliares

Pavimentação com bloco intertravado( bloquete)

Pavimentação na sede, com construção de guias, sarjetas e calçadas

Recuperação de estradas vicinais

Recursos para combate à pandemia da Covid-19