01-07-2020 Quarta-feira
A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), orienta os responsáveis por crianças entre seis meses e cinco anos, além de adultos (entre 55 e 59 anos) e gestantes para que procurem, partir desta terça-feira (30), os postos de saúde e se vacinem contra a Influenza/H1N1. Até esta segunda-feira (29), de acordo com dados do setor de imunização da pasta, 44.513 pessoas incluídas nestes públicos não se protegeram durante a campanha que integra a política de saúde preventiva da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.
A Semus informa que a prorrogação das ações contra a Influenza/H1N1 para os públicos citados irá até o dia 17 de julho deste ano. Para estas pessoas, o município disponibilizará inicialmente 46 locais que estão excetuados da lista de unidades destinadas exclusivamente para pessoas com síndromes gripais. Até a última atualização da Semus, 321.768 doses foram aplicadas. Públicos como os idosos e das forças de segurança atingiram as metas estabelecidas na campanha Influenza/H1N1.
Na fase anterior da campanha, que começou no dia 8 de junho e se encerrou no dia 26 do mesmo mês, os chamados retardatários – ou seja, integrantes de público-alvo que não foram vacinados ou que não compareceram aos postos nos chamamentos anteriores – deveriam ter procurado as unidades.
CHAMAMENTO
O chamamento das pessoas ainda não imunizadas faz parte da estrategia montada pela Semus durante toda a campanha. Além de englobar o máximo de pessoas entre os vacinados, desde março (quando as ações começaram), a pasta descentralizou unidades de aplicação das doses, encaminhou equipes itinerantes para imunização em residências (no caso dos acamados) e promoveu o chamado drive thru (para o público acima dos 60 anos). “Fizemos isso para resguardar o distanciamento entre as pessoas e, ao mesmo tempo, proteger a população”, disse o secretário de Saúde de São Luís, Lula Fylho.
Segundo ele, a população também pode ter acesso às vacinas contra o sarampo nos postos de saúde. Durante todas as fases anteriores da campanha contra a Influenza/H1N1, as doses estavam disponíveis, obedecendo à orientação do Ministério da Saúde (MS). “Ou seja, quem se vacinasse de uma doença, dependendo da avaliação do vacinador, poderia ou pode ainda se proteger do sarampo. É uma garantia da gestão Edivaldo, a de visar a saúde de todos”, enfatizou o secretário.
