Arquivo mensal: março 2020

Feiras livres e mercados da Prefeitura de São Luís mantêm funcionamento regular por serem serviços essenciais

26-03-2020 Quinta-feira

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), informa que estão mantidos os serviços essenciais do órgão como a inspeção municipal, funcionamento de mercados públicos municipais e feiras livres, bem como o protocolo, que pode ser feito digitalmente pelo e-mail: gabienetesemapa@gmail.com. O atendimento presencial no órgão está suspenso temporariamente, conforme Decreto Municipal 54.890, assinado semana passada pelo prefeito Edivaldo Holanda Junior em observância à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). 

“Seguindo a determinação do prefeito Edivaldo Holanda Junior e considerado também a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a prestação de serviços essenciais à população está mantida, como o Serviço de Inspeção Municipal, que garante a fiscalização e qualidade de produtos animais e vegetais na sua origem, quanto à manipulação, abate, embalagem e transporte. Os mercados públicos municipais e feiras livres também estão funcionando para que não haja desabastecimento”, explicou o secretário da Semapa, Émerson Macêdo.

Com o objetivo de evitar aglomerações de pessoas e ainda garantir o abastecimento de alimentos para boa parte da população que vive nos bairros, a Prefeitura de São Luís informa que existem 27 mercados municipais espalhados por toda a cidade e que estes estão à disposição da população.

Os bairros Angelim, Anil, Anjo da Guarda, Bom Jesus, Cohab, Corodadinho, Cruzeiro do Anil, Centro, Bairro de Fátima, Forquilha, Ipem São Cristóvão, Primavera Cohatrac, João Paulo, Liberdade, Macaúba, Olho d’Água, Praia Grande, São Francisco, Santa Cruz, Santo Antônio, Tirirical, Turú, Vila Bacanga, Vila Embratel, Vila Isabel, Vila Palmeira e Vicente Fialho são os que possuem equipamentos de abastecimento.

O comércio de hortifrutigranjeiro da capital está garantido, ainda, com a continuidade das feiras livres, realizadas pela Prefeitura, por meio da Semapa, que continuam ocorrendo normalmente durante a semana, de terças às sextas-feiras, das 14h às 21h. Aos sábados pela manhã, de 7h às 12h.

Além das feiras livres, existe ainda a Feira do Produtor, que é realizada todos os sábados, de 7h às 13h, no bairro Angelim, onde metade das bancas são destinadas para venda de produtos direto dos produtores agrícolas familiares da capital. A Feira do Produtor ocorre na Rua 27, S/Nº, Angelim (próximo ao Ecoponto do bairro).

SAIBA MAIS

CRONOGRAMA DAS FEIRAS LIVRES EM SÃO LUÍS
– Terça-feira, Cohab.
Endereço: Rua “B”, S/N, Planalto Anil I (Avenida de acesso ao Cohatrac)
– Quarta-feira, Vinhais.
Endereço: Avenida 1, S/Nº, Vinhais (Próximo ao Posto Brasil)
– Quinta-feira, Praia-Grande.
Endereço: Aterro do Bacanga, Centro (Próximo ao circo da Cidade)
– Sexta-feira, Renascença.
Endereço: Rua Cedro, S/Nº, Renascença, próximo ao Hiper Bom Preço
– Sexta-feira, João de Deus.
Endereço: Av. Guajajaras S/N, João de Deus (Próximo ao posto Ipiranga)
– Sábado: Bequimão.
Endereço Av. Perimetral Norte, S/N, Bequimão
– Sábado: Madre Deus.
Endereço: Praça da Saudade, Madre Deus
– Sábado: Turu.
Endereço: Avenida 06, S/N, Habitacional Turu

PSOL cobra MPF para pedir a revogação de portaria da Capes que limitou bolsas de pós-graduação

26-03-2020 Quinta-feira

Fonte: PSOL

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados acionou o Ministério Público Federal na última terça-feira (24) para que a instituição exija a revogação da portaria da Capes do último dia 9 de março, em que o governo federal limitou de forma drástica a concessão de bolsas e tome todas as medidas cabíveis para que o governo Bolsonaro seja obrigado a seguir as recomendações.

O ofício do PSOL foi destinado à Subprocuradora-Geral da República, Débora Duprat. As alterações promovidas pela Capes podem prejudicar praticamente 100% de novas turmas de bolsistas de pós-graduação, principalmente de universidades do Norte e do Nordeste.

“Nesse momento de crise gerada pela pandemia causada pela covid-19 (…) o enfrentamento demanda o fortalecimento da nossa capacidade de produção científica e tecnológica, comprovando a importância do investimento em ciência e tecnologia, para que a sociedade possa enfrentar desafios como H1N1, coronavírus, derramamento de óleos na costa brasileira, entre outros”, afirmou em nota o Foprop (Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação).

Projeto de deputado petista cria imposto sobre grandes fortunas para combater coronavírus

26-03-2020 Quinta-feira

Segundo o autor, deputado federal Assis Carvalho (PT-PI), para efeitos de tributação serão considerados patrimônios a partir de R$ 5 milhões

A solução da crise financeira que Jair Bolsonaro (sem partido) atribui como impeditivo para as medidas preventivas contra o avanço do coronavírus, que inclui o isolamento social, já tem uma alternativa. Tramita no Congresso o Projeto de Lei (PL) 924, que institui o imposto sobre grandes fortunas destinado exclusivamente ao combate à pandemia.

De autoria do deputado federal Assis Carvalho (PT-PI), a proposta determina como contribuintes do imposto titulares de bens e direitos, no Brasil ou no exterior, no valor global superior a R$ 5 milhões. O valor será atualizado anualmente pelo Poder Executivo, que também regulamentará os critérios de avaliação dos bens móveis e imóveis.

Cada cônjuge ou companheiro será tributado com base no seu patrimônio individual, acrescido da metade do patrimônio comum, na constância da sociedade conjugal ou união estável. E o patrimônio dos filhos menores será tributado juntamente com o dos pais.

O imposto não incidirá sobre bens e direitos considerados como de pequeno valor individual, objetos de arte ou coleção e outros bens cuja posse ou utilização seja considerada de alta relevância social, econômica ou ecológica. Ficam de fora também imóvel residencial conceituado como bem de família, desde que limitado ao valor de R$ 2 milhões e um veículo automotor avaliado em até R$ 100 mil .

O imposto será calculado conforme alíquotas de 0,5% para fortunas de R$ 5 milhões até R$ 10 milhões; 1% para aquelas acima de R$ 10 milhões e um centavo até R$ 20 milhões; 2%, para patrimônios de R$ 20 milhões e um centavo até R$ 30 milhões; 3% de R$ 30 milhões e um centavo até R$ 40 milhões e 5% para fortunas acima de R$ 40 milhões e um centavo.

Do produto da arrecadação – que deverá perdurar durante o estado de calamidade pela epidemia do coronavírus –, 30% ficará com a União, 35% para os estados e Distrito Federal, e 35% para os municípios. Se aprovada, a lei entra em vigor na data de sua publicação.

Por Rede Brasil Atual

“Não demonstra equilíbrio para governar”, afirma Dino sobre Bolsonaro

26-03-2020 Quinta-feira

O comentário foi motivado pelo último pronunciamento do presidente da República na noite da terça-feira (24)

Fonte: Vemelho

Em entrevista ao DCM Café da Manhã, na manhã de quinta-feira (26), o governador Flávio Dino afirmou que o presidente Jair Bolsonaro é incapaz de gerir a crise sanitária do coronavírus (Covid-19) e o aprofundamento da crise econômica.

“Estamos vendo todas as incapacidades que o presidente da República possui. Não é uma pessoa que esteja demonstrando equilíbrio e eficiência para governar o País”, declarou Dino.

O comentário foi motivado pelo pronunciamento do presidente da República na última terça-feira (24), em que foi recomendado aos brasileiros que saiam do isolamento social e retomem as atividades normais, sob pena do país enfrentar onda de desemprego e caos social. Na fala, Bolsonaro culpou autoridades estaduais e municipais pela situação.

“O pronunciamento desastrado do presidente da República em direção contrária daquela preconizada pela comunidade científica e pelos profissionais de saúde pôs a saúde da população em risco”, acredita o governador.

Segundo Dino, Bolsonaro faz uma “opção permanente pelo caos” no país e busca o seu isolamento político. “Ele teve um gesto correto em chamar os governadores por região para um entendimento em torno da temática do coronavírus, mas em seguida, de forma desleal, ele vai à televisão e tenta transferir as suas responsabilidades econômicas e sociais para os governadores”, expõe o governador.

Dino defendeu o isolamento social nesta fase da pandemia. “Ninguém está contente com a suspensão das atividades econômicas, educacionais e culturais. Medidas restritivas agora para não ser necessário mais adiante chorar milhares de mortos e ter ainda mais perdas econômicas”, pontuou.

Deputado estadual Antônio Pereira destaca ações do Executivo e Legislativo para combater pandemia no Maranhão

26-04-2020 Quinta-feira

Assecom / Dep. Antônio Pereira

O deputado Antônio Pereira (DEM) votou a favor da aprovação do Projeto de Decreto 002/2020, em que o Executivo Estadual pede o reconhecimento do estado de calamidade pública no Maranhão com efeitos até 31 de dezembro, devido às medidas preventivas face à pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

A apreciação, votação e aprovação do projeto do decreto foram feitas na terça-feira (24), durante a Sessão Extraordinária com Votação Remota por Videoconferência, uma iniciativa inédita na história da Assembleia Legislativa do Maranhão, comandada pelo presidente Othelino Neto (PC do B).  

Para Antônio Pereira, o decreto é de suma importância. “Pois temos uma questão local, do Maranhão, onde 29 cidades foram atingidas pelas fortes chuvas e enchentes. Não me recordo de, nesta geração, termos vivido uma crise tão profunda e ampla quanto a que estamos vivendo no mundo”, comentou.

O deputado prosseguiu: “Nós temos uma problema de saúde nacional, que é o H1N1, e outra mundial, com o coronavírus. Eu me preocupo muito com essa questão do novo coronavírus, porque terá repercussões na questão da saúde pública e, também, desdobramentos econômicos”.

Ações preventivas e assistência 

Antônio Pereira destacou as ações das autoridades maranhenses, em especial do governador Flávio Dino (PCdoB), do secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, e do Poder Judiciário, que mostram grande preocupação e tomam atitudes importantes, no que diz respeito à prevenção e assistência à saúde da população.

“Temos, atualmente, três coisas a fazer: primeiro é ter cuidado com a higiene; segundo, o isolamento social, para que não haja propagação; e terceiro, a oração. Além disso, há a questão da prevenção, incluindo a assistência das autoridades de saúde. O governador, por meio de uma ação mais ampla, faz um grande trabalho”, afirmou o parlamentar.

Na ocasião, Antônio Pereira destacou também o trabalho do Poder Legislativo Estadual.  “Por meio do presidente Othelino Neto (PCdoB), os deputados fizeram um trabalho ímpar, quando decidiram comprar 50 respiradores e 200 mil cestas básicas para distribuir à população mais vulnerável”, disse.  

Por fim, elogiou o trabalho dos profissionais da área de saúde, representados pelo Conselho Regional de Medicina, associações médicas e sindicatos. “Acredito que levaremos acima de quatro meses para realmente debelar, diminuir e fazer com que haja um equilíbrio nessa questão do coronavírus”, concluiu.

‘Carta renúncia de Bolsonaro já está sendo negociada nos bastidores’

26-03-2020 Quinta-feira

Segundo a colunista do jornal Valor, Maria Cristina Fernandes Bolsonaro, não teria 10% dos votos em plenário da num impeachment, mas se trata de um processo difícil diante de um parlamento virtual.

No Valor Econômico desta quinta-feira (26), Maria Cristina Fernandes diz que o combate à pandemia do coronavírus gerou um consenso contra o presidente Bolsonaro que se encontra em completo isolamento.

Segundo a colunista, diante de um déficit de legitimidade de um impeachment virtual, ganha força a saída por renúncia em troca de seu bem mais valioso, a liberdade dos filhos.

Embora não tenha 10% dos votos em plenário, na análise dela o impeachment de Bolsonaro ainda é de difícil viabilidade.

“Motivos não faltariam. Os parlamentares dizem que Bolsonaro, assim como a ex-presidente Dilma Rousseff, já não governa. Se uma caiu sob alegação de que teria infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal, o outro teria infrações em série contra uma lei de responsabilidade social. Permanece sem solução, porém, o déficit de legitimidade de um impeachment em plenário virtual”, argumentou.

Diante desse quadro, ganha corpo, até nos meios militares, de uma saída do presidente por renúncia.

Liberdade dos filhos

“O problema é convencê-lo. A troco de que entregaria um mandato conquistado nas urnas? O bem mais valioso que o presidente tem hoje é a liberdade dos filhos. Esta é a moeda em jogo. Renúncia em troca de anistia à toda tabuada: 01, 02 e 03. Foi assim que Boris Yeltsin, na Rússia, foi convencido a sair, alegam os defensores da solução”, revelou.

A colunista revela alguns estorvos como a inexistência de anistia para uma condenação inexistente.

A segunda é que ao fazê-lo, a legião de condenados da Lava-Jato entraria na fila da isonomia, sob a alcunha de um “Pacto de Moncloa” tupiniquim.

A terceira é que o Judiciário, agastado com o bordão que viabilizou o impeachment de Dilma (“Com Supremo com tudo”), resistiria a embarcar. E finalmente, a quarta: Quem teria hoje autoridade para convencer o presidente? Cogita-se, à sua revelia, dos generais envolvidos na intervenção do Rio, PhDs em milícia.

Segundo ela, a tese do afastamento do presidente viralizou nas instituições. O combate à pandemia já havia unido o país, do plenário virtual do Congresso Nacional ao toque de recolher das favelas.

“Com o pronunciamento em rede nacional, o presidente conseguiu convencer os recalcitrantes de que hoje é um empecilho para a batalha pela saúde da nação. Se contorná-lo já não basta, ainda não se sabe como será possível tirá-lo do caminho e, mais ainda, que rumo dar ao poder em tempos de pandemia.”

Ela revela que Bolsonaro não tem apoio das Forças Armadas. Um fato que ele já sabia ao “desafiar a unanimidade nacional, no uniforme de vítima de poderes que não lhe deixam agir para salvar a economia”.

Por fim, a colunista diz que a única razão para se continuar nesta pedreira é que, por ora, não há outra saída. Na hipótese de se viabilizar, o capitão pode estar a caminho de encerrar sua carreira política como começou.

“Condenado por ter atentado contra o decoro, a disciplina e a ética da carreira militar, Bolsonaro foi absolvido em segunda instância. Em ‘O cadete e o capitão’ (Todavia, 2019), Luiz Maklouff, esboça a tese de que a absolvição foi a saída encontrada para o capitão deixar a corporação. Em seguida, o Bolsonaro disputaria seu primeiro mandato como vereador no Rio. Trinta e quatro anos depois, a borracha está de volta para esfumaçar o passado. Desta vez, com o intuito de tirá-lo da política”.

Leia a íntegra do artigo:

A carta da renúncia

A costura de uma renúncia, como saída, passa pela anistia aos filhos

A tese do afastamento do presidente viralizou nas instituições. O combate à pandemia já havia unido o país, do plenário virtual do Congresso Nacional ao toque de recolher das favelas. Com o pronunciamento em rede nacional, o presidente conseguiu convencer os recalcitrantes de que hoje é um empecilho para a batalha pela saúde da nação. Se contorná-lo já não basta, ainda não se sabe como será possível tirá-lo do caminho e, mais ainda, que rumo dar ao poder em tempos de pandemia. A seguir a cartilha do presidiário Eduardo Cunha, seu afastamento apenas se dará quando se encontrar esta solução. E esta não se resume a Hamilton Mourão.

Ao desafiar a unanimidade nacional, no uniforme de vítima de poderes que não lhe deixam agir para salvar a economia, Bolsonaro já sabia que não teria o endosso das Forças Armadas para uma aventura que extrapole a Constituição. Era o que precisaria fazer para flexibilizar as regras de confinamento adotadas nos Estados. Duas horas antes do pronunciamento presidencial, o Exército colocou em suas redes sociais o vídeo do comandante Edson Leal Pujol mostrando que a farda hoje está a serviço da mobilização nacional contra o coronavírus.

Saída a ser costurada passa pela anistia aos filhos

Pujol falou como comandante de uma corporação que tem a massa de seus recrutas originários das comunidades mais pobres do país, hoje o foco de disseminação mais preocupante para as autoridades sanitárias. Disse que agirá sob a coordenação do Ministério da Defesa. Em nenhum momento pronunciou o presidente. Moveu-se pela percepção de que uma tropa aquartelada hoje é mais segura que uma tropa solta. Na mão inversa do trem desgovernado do discurso presidencial daquela noite.

Quando já estava claro que descartara o papel de guarda pretoriana, Pujol reforçou a importância do combate ao coronavírus: “Talvez seja a missão mais importante de nossa geração”. Vinte e quatro horas depois, o vídeo ultrapassava 500 mil visualizações, mais do que o dobro do efetivo do Exército.

O distanciamento contaminou os ministros militares com assento no Palácio do Planalto. “Não quero ter minha digital nisso”, comentou um deles ao perceber o rumo provocativo que o pronunciamento da noite de quarta-feira teria. Deixou o Palácio antes da gravação, conduzida sob o comando dos filhos e da milícia digital do bolsonarismo.

A insistência do presidente na tese esticou a corda com os governadores e com o Congresso, que amanheceu na quarta-feira colocando pilha na saída do ministro Luiz Henrique Mandetta. A pressão atingiu o pico do dia com o rompimento do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), com o presidente. Aliado de primeira hora de Bolsonaro, presença mais frequente, entre seus pares, nas solenidades do Palácio do Planalto, Caiado foi um dos principais padrinhos de Mandetta, um deputado do Mato Grosso do Sul que não disputou em outubro de 2018 porque temia não se reeleger.

O ministro negaria a demissão num entrevista em que citou Caiado, mas não Bolsonaro. O Congresso mantinha a aposta na saída de Mandetta como mais um tapume no isolamento do presidente quando João Doria, na reunião de governadores com o presidente, partiu para o confronto. O discurso de palanque do governador de São Paulo não é unanimidade entre os envolvidos em busca de uma solução de consenso, especialmente os da farda, mas sua ação deliberada para levar os governadores a recusar interlocução com o presidente, caiu como uma luva para a estratégia de levar Bolsonaro ao limite do isolamento.

Para viabilizar o enfrentamento dos governadores, o Congresso busca meios de manter o acesso dos Estados a recursos com os quais possam manter suas políticas de combate à doença, hoje confrontadas pelo Planalto. O pronunciamento acabou por frear a proposta de emenda constitucional com a qual se pretendia criar um orçamento paralelo para viabilizar as ações de Bolsonaro no combate à pandemia e calar a tecla com a qual o presidente se diz impedido de agir pelo Congresso. Cogitou-se até incluir nesta PEC instrumentos com os quais Bolsonaro poderia ter mais poderes sobre o confinamento e o confisco de insumos hospitalares, como meio de evitar o Estado de Sítio.

Ainda que Bolsonaro hoje não tenha nem 10% dos votos em plenário, um processo de impeachment ainda é de difícil de viabilidade. Motivos não faltariam. Os parlamentares dizem que Bolsonaro, assim como a ex-presidente Dilma Rousseff, já não governa. Se uma caiu sob alegação de que teria infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal, o outro teria infrações em série contra uma “lei de responsabilidade social”. Permanece sem solução, porém, o déficit de legitimidade de um impeachment em plenário virtual.

Vem daí a solução que ganha corpo, até nos meios militares, de uma saída do presidente por renúncia. O problema é convencê-lo. A troco de que entregaria um mandato conquistado nas urnas? O bem mais valioso que o presidente tem hoje é a liberdade dos filhos. Esta é a moeda em jogo. Renúncia em troca de anistia à toda tabuada: 01, 02 e 03. Foi assim que Boris Yeltsin, na Rússia, foi convencido a sair, alegam os defensores da solução.

Não faltam pedras no caminho. A primeira é que não há anistia para uma condenação inexistente. A segunda é que ao fazê-lo, a legião de condenados da Lava-Jato entraria na fila da isonomia, sob a alcunha de um “Pacto de Moncloa” tupiniquim. A terceira é que o Judiciário, agastado com o bordão que viabilizou o impeachment de Dilma (“Com Supremo com tudo”), resistiria a embarcar. E finalmente, a quarta: Quem teria hoje autoridade para convencer o presidente? Cogita-se, à sua revelia, dos generais envolvidos na intervenção do Rio, PhDs em milícia.

A única razão para se continuar nesta pedreira é que, por ora, não há outra saída. Na hipótese de se viabilizar, o capitão pode estar a caminho de encerrar sua carreira política como começou. Condenado por ter atentado contra o decoro, a disciplina e a ética da carreira militar, Bolsonaro foi absolvido em segunda instância. Em “O cadete e o capitão” (Todavia, 2019), Luiz Maklouff, esboça a tese de que a absolvição foi a saída encontrada para o capitão deixar a corporação. Em seguida, o Bolsonaro disputaria seu primeiro mandato como vereador no Rio. Trinta e quatro anos depois, a borracha está de volta para esfumaçar o passado. Desta vez, com o intuito de tirá-lo da política.

Fonte: Vermelho com informações do Valor

Flávio Dino: “Bolsonaro faz opção pelo caos em vez de governar”

26-03-2020 Quinta-feira

A declaração veio em resposta à fala do presidente de que os partidos à esquerda buscam o “caos” com a COVID-19, ameaçando a estabilidade do país

Em entrevista à CNN Brasil, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro faz “uma opção pelo caos” ao não adotar medidas que julga adequadas para conter a disseminação do novo coronavírus (Covid-19).

“Ele faz uma opção pelo caos. O que nós desejamos é que ele governe”, disse. 

A declaração veio em resposta à fala do presidente de que os partidos de esquerda buscam o “caos” com a Covid-19, ameaçando a estabilidade do país.

“Se houver caos social no Brasil só existe um responsável: o presidente da República”, disse Dino. “Depende dele, ele que tem que tomar medidas justamente para evitar o desespero dos mais pobres, dos informais, dos desempregados. Esse é o apelo que nós estamos fazendo, porque acreditamos na democracia.”

A entrevista do governador aconteceu logo após uma reunião com os chefes dos executivos de 26 das 27 unidades da federação com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo Dino, os governadores estão fazendo um “chamado ao bom senso” e estão comprometidos com as medidas de isolamento social e as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O que queremos é que o presidente pare de atacar a verdade, atacar a ciência e atacar os governadores”, afirmou.

Leia também: “O presidente faz uma matemática da morte”, diz Flávio Dino

‘Discurso chantagista’

Na visão de Flávio Dino, “o governo federal está nitidamente desorientado” e tem posições desencontradas. “É como se fossem vários governos federais. Um deles é coordenado pelo presidente, outro pelo vice-presidente, outro pelo ministro da Saúde”.

O governador do Maranhão chamou de “chantagista” o discurso adotado por Bolsonaro, que relaciona as medidas de restrição adotadas pelos governadores com uma suposta falta de preocupação destes com a economia. 

“Nós resolvemos o seguinte: vamos continuar agindo assim e combatendo esse discurso chantagista segundo o qual quem protege as vidas está prejudicando a economia. Essa dicotomia é falsa”, argumentou Dino, para quem a responsabilidade por conter a crise econômica é do próprio Jair Bolsonaro. “Quem gerencia a crise econômica, que vem desde antes, é o presidente da República”.

Dino criticou o fato de o pronunciamento com críticas aos governadores ter ocorrido durante um calendário de reuniões entre o presidente e os chefes dos executivos estaduais.

“Terminado este ciclo, o que faz o presidente da República? Ignora todo esse clima de diálogo e vem exatamente com uma fala de colocar a população contra os governadores e se eximir da sua própria responsabilidade”, disse. 

Medidas locais

Para o governador do Maranhão, o chamado isolamento vertical, em que apenas grupos de risco deixam de circular pelas cidades, é uma “lenda” e, portanto, não adotará em seu estado. Bolsonaro propôs a medida mais cedo hoje.

“É uma lenda essa história de isolamento vertical. Nenhum país do planeta, neste momento, está praticando isso do modo como foi exposto pelo presidente da República. Portanto, estamos cumprindo as recomendações científicas”, disse.

O estado do Maranhão tem oito casos confirmados do novo coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. Dino disse que, diante da perspectiva de alta nos casos nas próximas semanas, o governo estadual está ampliando a rede de saúde e promovendo campanhas de educação e conscientização.

Fonte: CNN Brasil

Campanha “Fique em Casa e Faça o Bem” é lançada em parceria com entidades de Imperatriz

26-03-2020 Quinta-feira

Na manhã desta quinta-feira (26), os deputados Professor Marco Aurélio (PCdoB) e Rildo Amaral (Solidariedade), além do secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, fizeram transmissões ao vivo de suas redes sociais lançando a campanha “Fique em Casa e Faça o Bem”.

A campanha foi criada com o intuito de ajudar aqueles que mais precisam de apoio, em meio à pandemia global da Covid-19, por meio da arrecadação de recursos para a aquisição de cestas básicas, a serem distribuídas por entidades filantrópicas de Imperatriz a famílias carentes e profissionais impedidos de trabalhar durante o período de isolamento social.

Durante a transmissão, Marco Aurélio destacou a integração entre uma grande rede de amigos e as entidades participantes. Foi viabilizada também uma parceria com a rede de supermercados Mateus, que disponibilizou uma plataforma de cartão pré-pago para possibilitar que as entidades recebam as doações de forma direta e, ao término, adquiram as cestas básicas a serem entregues. A plataforma digital garante segurança fiscal, além de total transparência. 

Marco Aurélio reforçou a importância da união de esforços. “Estamos vivendo um momento nunca antes imaginado. O isolamento social decorrente da pandemia nos traz a necessidade de mudarmos certos hábitos, mas não podemos deixar de ser solidários. Por isso, nos unimos a pessoas e entidades para, juntos, fazermos uma grande corrente do bem. Imperatriz é e sempre foi uma cidade muito solidária, cuja população une-se nos momentos mais difíceis. Tenho a certeza de que conseguiremos atravessar essa tempestade. Neste caso, respeitando o protocolo: aqueles que puderem, fiquem em casa e façam o bem”.

Direto de suas residências, as pessoas poderão escolher uma das instituições participantes a serem beneficiadas. Com o recurso, as instituições comprarão as cestas e selecionarão as pessoas que serão beneficiadas, bem como entregarão as cestas.

Estão participando da campanha a Fazenda da Esperança, da Igreja Católica, o Instituto Lugar de Ajuda, da Igreja Nova Aliança, e a Associação Beneficente Cidade Esperança, ligada à Igreja Assembleia de Deus. Todos os líderes das entidades concordaram em fazer as entregas das cestas sem aglomerações, a partir da identificação das necessidades da população nos bairros. A entrega será feita exclusivamente pelas entidades. 

Os interessados devem devem ligar para o telefone (99) 98159-4289, informando o valor que deseja contribuir e a instituição para a qual deseja destinar a doação. A partir daí, é gerado o boleto e o doador, ao efetuar o pagamento via aplicativo de banco, automaticamente informa seus dados, inclusive para as emissões dos recibos fiscais. 

Marco Aurélio agradeceu e reforçou a importância da participação de todos. “Em breve, com muita fé em Deus, nós voltaremos às nossas rotinas, com tantos outros desafios que deverão surgir, mas tenho a plena certeza de que, juntos, seremos capazes de superar qualquer que seja o obstáculo. Sabemos da gravidade desse vírus e da importância de seguir as orientações das autoridades de saúde, daí a importância dessa campanha, que possibilita a você e sua família ajudarem, mesmo que sem sair de casa. Fique em casa e faça o bem!”, finalizou.

Famem anuncia critério de distribuição de EPIS e kits de higiene para municípios maranhenses

26-03-2020 Quinta-feira

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Erlanio Xavier, divulgou nesta quarta-feira, 25, por meio de portaria os critérios de distribuição e entrega do material gráfico informativo sobre o coronavírus, álcool gel e equipamentos de proteção individual EPIs, para profissionais da área de saúde. A segundo fase de distribuição será retomada nesta quinta-feira, 26, e vai contemplar 62 municípios filiados à federação. 

De acordo com a portaria, os critérios levaram em consideração a classificação de pandemia do Covid-19 pela Organização Mundial de Saúde, OMS; a Lei Federal Nº 13.979, que prevê medidas de enfrentamento para emergência internacional de saúde pública, e portaria do Ministério da Saúde sobre obrigação de articulação dos gestores do SUS.

Segundo os critérios estabelecidos, todos os municípios filiados, de médio e pequeno porte com população inferior a 100 mil habitantes, irão receber álcool gel. Terão prioridade as cidades atingidas pelas enchentes, onde há registro de pacientes sob suspeitas do Covid-19, aqueles que possuem atendimento em média e alta complexidade; os localizados em fronteiras e com menor IDH.

O escalonamento de atendimento será do menor para o maior em quantitativo populacional. A distribuição do kit composto por álcool gel, sabão, luvas e máscaras de proteção individual será de acordo este quantitativo. Na hipótese de surto de Covid-19 em terminado município, todos estes critérios serão suspensos, ganhando estes prioridade absoluta. Os produtos serão entregues diretamente na Famem ou por meio de entrega nos municípios, seguindo rotas estabelecidas. 

Saiba quais os municípios do segundo lote:

1. Água Doce do Maranhão 
2. Amapá do Maranhão 
3. Anapurus 
4. Bacabeira 
5. Boa Vista do Maranhão 
6. Bom Jesus das Selvas 
7. Bom Lugar 
8. Buriti Bravo 
9. Buriticupu 
10. Cajari 
11. Cajapió 
12. Coelho Neto 
13. Esperantinópolis 
14. Formosa da Serra Negra 
15. Gonçalves Dias 
16. Governador Eugênio Barros 
17. Governador Nunes Freire 
18. Humberto de Campos 
19. Itaipava do Grajaú 
20. Jatobá 
21. Jenipapo dos Vieiras 
22. Lago da Pedra 
23. Matinha 
24. Matões 
25. Milagres do Maranhão 
26. Mirador 
27. Nova Olinda do Maranhão 
28. Olho D`água das Cunhas 
29. Palmeirândia

30. Paraibano 
31. Parnarama 
32. Passagem Franca 
33. Paulino Neves 
34. Paulo Ramos 
35. Penalva 
36. Pio XII 
37. Pindaré-Mirim 
38. Poção de Pedras 
39. Porto Franco 
40. Riachão 
41. Rosário 
42. Santa Luzia 
43. Santa Quitéria 
44. Santa Rita 
45. São Benedito do Rio Preto 
46. São Bento 
47. São Domingos do Maranhão 
48. São Francisco do Brejão 
49. São Francisco do Maranhão 
50. São João Batista 
51. São Luís Gonzaga do Maranhão 
52. São Mateus do Maranhão 
53. São Vicente Ferrer 
54. Senador La Roque 
55. Sítio Novo 
56. Tuntum 
57. Tutóia 
58. Urbano Santos 
59. Vargem Grande 
60. Vila Nova dos Martírios 
61. Vitorino Freire 
62. Zé Doca

Prefeitura de São Luís discute estratégias para enfrentar pandemia do coronavírus em reunião com Frente Nacional dos Prefeitos

26-03-2020 Quinta-feira

O prefeito Edivaldo Holanda Junior se reuniu, nesta quarta-feira (25),  por videoconferência, com os gestores públicos integrantes da Federação Nacional dos Prefeitos (FNP) para traçar novas metas e ações para minimizar o impacto na saúde, social e econômico da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) nos municípios. Após a reunião, o prefeito Edivaldo reafirmou, em entrevista coletiva, que irá seguir com as medidas restritivas para manter a curva de infecção do coronavírus controlada na capital, que tem oito casos confirmados da doença.

“O país atravessa uma grande crise na área da saúde. Hoje cedo me reuni, por videoconferência, com a Federação Nacional dos Prefeitos e juntos estamos traçando metas e colocando em prática ações para minimizar o impacto neste momento difícil. Este é um momento que requer união de esforços de todas as esferas do poder público e da população para que, passada esta crise sanitária, possamos retomar com a maior brevidade e com o mínimo de impactos possíveis, a rotina das cidades. Em São Luís, estamos seguindo as orientações das autoridades de saúde e continuaremos agindo para que o coronavírus se prolifere o mínimo possível entre nossa população”, disse o prefeito Edivaldo.

Durante a reunião foram debatidos temas como os impactos a arrecadação dos municípios com a paralisação de diversas atividades comerciais. Os prefeitos também trocaram informações sobre como cada cidade está lidando com a pandemia, avaliaram as medidas anunciadas pelo Governo Federal para ajudar as prefeituras a atravessarem a crise sanitária e formularam uma pauta de solicitações que será encaminhada à Brasília, como o detalhamento da ajuda financeira anunciada.

As prefeituras querem saber quanto será repassado a cada uma e quando os recursos estarão disponíveis e também solicitam a suspensão do pagamento das dúvidas dos municípios com a União, benefício já concedido aos estados. As medidas contribuiriam  para desafogar as finanças das prefeituras que agora precisam investir em ações de combate ao novo coronavírus.

A FNP propõe a instalação imediata de um Comitê Interfederativo de gestão de crise, transversal, para gerir a crise instalada pela pandemia do coronavírus e defende a participação das três instâncias do executivo (prefeitos, governadores e Governo Federal). Este espaço de articulação federativa permanente, com troca de informações e compartilhamento de decisões, teria como objetivo o implemento de ações mais eficazes e harmônicas para o país, respeitando-se as competências institucionais e legais.

AÇÕES

Em São Luís, mesmo antes da confirmação de casos de Covid-19, a Prefeitura iniciou as providências, com medidas e ações, para o enfrentamento deste problema de saúde mundial. “A pandemia do novo coronavírus exige de toda população um esforço no sentido de mudar hábitos cotidianos, como lavar as mãos regularmente, não sair às ruas se não houver necessidade, evitar aglomerações, entre outras. Somente com esta consciência, somada a todos os esforços que fazemos neste momento, Prefeitura de São Luís e Governo do Estado, em conjunto, poderemos reduzir a proliferação deste vírus na nossa cidade. No momento,  a  vacina que temos contra o coronavírus é o distanciamento social, então, o nosso apelo é para que a população siga a orientação de ficar em casa”, ressalta o prefeito Edivaldo.

Neste sentido, já na noite da segunda-feira (16), o prefeito Edivaldo determinou a suspensão das aulas da rede de ensino municipal. No dia seguinte, ele editou o Decreto Municipal Nº 54.890 com reforço das medidas para prevenção do novo coronavírus (Covid-19) em São Luís. Um novo decreto, o Nº 54.936, foi editado na segunda-feira (23), declarando Estado de Calamidade Pública.

Neste período, diversas medidas de combate à Covid-19 já foram tomadas. Foram suspensos o atendimento presencial em todos os órgãos públicos com disponibilização de canais telefônicos e eletrônicos para que o cidadão continue tendo acesso aos serviços. Os serviços considerados essenciais foram intensificados e readequados para seguir as recomendações das autoridades de saúde.

A estrutura da saúde municipal está sendo reforçada. Toda a estrutura do Hospital da Mulher, com 43 leitos clínicos e 10 leitos de UTIs, está sendo reservada para o atendimento e tratamento de casos do novo coronavírus, sendo a unidade referência na rede municipal.

Também está sendo feita a higienização frequente dos ônibus com os produtos recomendados pelas autoridades de saúde. Este trabalho é feito nas garagens, antes da saída dos veículos, e ao longo do dia nos terminais de integração, no intervalo das viagens. Também foi determinado o desligamento do ar-condicionado dos veículos, que agora circulam com as janelas abertas.

O efetivo da Guarda Municipal de São Luís está realizando fiscalização permanente nas praias, para evitar aglomerações. Esta é uma ação conjunta com o Corpo de Bombeiros. As autorizações de eventos públicos ou privados foram suspensas, incluindo a Feirinha São Luís e as edições do programa Todos Por São Luís.

Está sendo feita a intensificação do serviço de limpeza urbana, considerando neste momento a importância da limpeza das ruas e o afastamento dos resíduos e os serviços de coleta seletiva foram suspensos por prazo indeterminado, assim como os serviços de transporte e de manejo nas instalações de recuperação de resíduos recicláveis devido ao risco que apresentam. Os Ecopontos estão recebendo apenas os resíduos de podas, volumosos e entulhos por prazo indeterminado.

A população de rua também receberá atendimento especial neste período com a disponibilização de atendimento em saúde para detectar possíveis casos da doença entre estas pessoas. Também será disponibilizado abrigo temporário no Estádio Castelão, que terá capacidade para receber até 100 pessoas, reforçando o número de vagas já disponíveis nos dois centros de atendimento à população de rua mantidos pela Prefeitura de São Luís.